Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens

08/05/2020

Resenha do Livro - Música na igreja




Como funciona o Ministério de Música na sua igreja? Você já se perguntou por que o assunto “música” é tão controverso? Já ouviu alguém dizer que determinado instrumento não pode ser tocado na igreja? Então você precisa ler este livro!

Esta obra foi escrita por Daniel Oscar Plenc, doutor em teologia, professor universitário e diretor do Centro de Pesquisa Ellen White na Universidade Adventista del Plata. O livro foi escrito no contexto adventista, mas há muita informação relevante que pode ser aproveitada por outras denominações cristãs.

O livro foi dividido em quatro sessões. A primeira sessão intitulada A música na Bíblia trata das referências musicais no Antigo e no Novo Testamento. Os instrumentos musicais utilizados no contexto bíblico são descritos, bem como achei interessante foi a diferença entre a música tocada no templo e a música das sinagogas.

No templo a música era vocal e instrumental, dirigida por profissionais que estudavam 10 anos para participar do serviço de cântico no momento dos sacrifícios. Nas sinagogas a música era apenas vocal, devido o contexto de luto que os judeus viviam e, era dirigida por leigos.

Na sessão O Adventismo e a música é relatado como foi a introdução de cânticos nos primórdios da igreja, bem como a organização dos hinários. O autor faz também uma revisão do que Ellen White escreveu sobre música.

Na parte Música, adoração e teologia: possíveis conexões teóricas, são expostas as principais ideias envolvendo música e teologia, música e a missão da igreja. Há uma síntese sobre os principais documentos existentes na Igreja Adventista que tratam do assunto.

Para finalizar, na última sessão O Ministério da Música o autor traz orientações e dicas para quem trabalha neste ministério. Orientações para diretores do ministério, cantores, instrumentistas e sonoplastas. Como organizar a congregação para aprender novos hinos, a importância de grupos e corais são alguns dos tópicos abordados.

Música é arte. Segundo o autor e difícil e até mesmo desnecessário julgar a arte através das lentes da teologia. O ponto fundamental é definir o papel da música no âmbito religioso como uma ferramenta de adoração, edificação e evangelização.

Título: Música na Igreja
Autor: Daniel Oscar Plenc
Editora: Casa Publicadora
Páginas: 189




Leia Mais
Compartilhe:

10/03/2015

Música melhora capacidade de leitura, diz estudo



Não é de hoje que os pesquisadores observam que estudantes que decidem aprender a tocar um instrumento musical se destacam em diversas áreas, como leitura, raciocínio e habilidade de atenção não-verbais. Agora, Nina Kraus, diretora do Laboratório de Neurociência Auditiva da Universidade de Northwestern, estuda o motivo pelo qual isso acontece.

Nina, que também colabora com o projeto Harmony, tenta entender como a formação musical pode aproveitar a plasticidade natural do cérebro, ou a adaptabilidade, para ajudar os alunos a se tornarem melhores estudantes e leitores do que a média – mesmo quando crescem em ambientes pobres.

Segundo a revista Good, a pesquisadora sempre teve certeza de que havia algo de especial sobre a instrução musical. Como o cérebro pode mudar de maneira positiva em resposta a qualquer atividade significativa, ela acredita que a música oferece benefícios exclusivos. “Música e competências linguísticas dependem do processamento auditivo. Embora a leitura não possa ser pensada como uma atividade essencialmente auditiva, seu fundamento repousa sobre uma criança entendendo a entrada auditiva e a absorvendo, a fim de mapear corretamente os sons da fala sobre representações ortográficas”, disse Nina à Good.

“Muitos dos mesmos aspectos de processamento de som que são deficientes em crianças com dificuldade de aprendizagem e linguagem parecem ter sido reforçados naqueles que recebem formação musical, e intervenções baseadas em música têm demonstrado algum sucesso na remediação de problemas de leitura, também”, afirmou ela.

Então, para entender se a música poderia alterar o fato de que crianças que cresceram em locais mais pobres mostram pior codificação neural do som – o que leva a processamento auditivo “ruidoso” e menos eficiente –, ela decidiu fazer um estudo. Nina recrutou alunos em uma cidade do interior de Chicago e os combinou de acordo com seus QIs, habilidade de leitura e velocidade com que seus nervos auditivos eram ativados.

Dois anos mais tarde, ao conferir a capacidade do cérebro de codificar discurso, ela encontrou uma diferença significativa: as crianças treinadas com música foram capazes de mostrar respostas mais rápidas a um estímulo de fala. Seus cérebros, ao que parece, tinham se adaptado e melhorado. E foi a música que fez a diferença.

“Nós adicionamos um novo capítulo fundamental na história da música e educação”, diz Kraus. “Devido à sobreposição entre os circuitos neurais dedicados à voz e música e a rede de distribuição de circuitos cognitivos, sensório-motor e de recompensa envolvidos quando as pessoas tocam música, parece que o treinamento musical é algo particularmente potente na plasticidade de experiência do cérebro que influencia no processamento do som relacionado aos estudantes”, afirmou.


Leia Mais
Compartilhe:
 

Siga-nos no Instagram