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10/07/2018

Resenha do livro - O último sopro




Quem me conhece bem, sabe o quanto sou uma pessoa introspectiva. Penso muito no sentido de tudo, principalmente no sentido da vida. Quando vi a capa desse livro me interessei rapidamente. E a leitura não me decepcionou!
Nesta obra Paul Kalanithi conta a sua história. Ávido leitor de obras clássicas, amante da filosofia, ele acreditava encontrar na literatura o material mais rico para a reflexão moral:  “Os livros se tornaram meus confidentes, com suas lentes  me propiciando novas visões de mundo.” Com sua busca constante para entender o que dá sentido a vida, Paul decidiu estudar medicina, mais especificamente Neurologia. Ainda como estudante se vê diante da frieza desenvolvida ao longo do curso, ele descreve como os corpos doados à Ciência são tratados, algo que me marcou muito.
Aos 36 anos no auge da sua carreira é diagnosticado com um câncer. Aqui começam todas as suas grandes reflexões sobre o que realmente vale a pena durante a existência. Um médico que sempre lidou com a morte, agora se vê diante da própria morte: "Porque eu teria que aprender a viver de outro jeito, vendo a morte como um visitante onipresente, mas sabendo que mesmo se estivesse morrendo, até morrer, eu ainda estaria vivo."
Outra parte que me marcou bastante foi a descrição de Paul sobre as funções básicas do seu corpo que foram ficando inativas com o avançar da doença... coisas que muitas vezes não valorizamos, como por exemplo ir ao banheiro sozinhos. Isso me fez ser mais grata por estas pequenas coisas.
A narrativa é empolgante, emocionante e envolvente.  É impossível ler este livro sem repensar no seu modo de viver. O desfecho é encorajador, apesar do destino triste que já sabemos desde o início da obra. A determinação e leveza de Paul ao encarar a morte é uma lição para nós que ainda temos oportunidade de viver.
“O que torna a vida significativa o suficiente para se continuar vivendo?”

Título: O último sopro de vida
Número de páginas: 167
Autor: Paul Kalanithi
Editora: Sextante


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15/10/2017

Professor que usou Bíblia para dar aulas de história a presos recebe prêmio


Di Gianne percebeu a grande quantidade de Bíblias disponíveis dentro da escola do presídio e decidiu utilizar o livro mais comum do sistema prisional


O professor de história mineiro Di Gianne de Oliveira Nunes está entre os 10 vencedores do “Oscar da educação”. Di Gianne, que leciona há 10 anos, colocou em prática um novo método para prender a atenção de seus alunos da Educação de Jovens e Adultos e Ensino Médio (EJA) da Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac) em Lagoa da Prata, na Região Centro-Oeste de Minas Gerais: usou a Bíblia para ensinar história aos seus alunos. O prêmio, que reconhece professores de todo o país, foi criado há 19 anos e já reconheceu 211 educadores. Este ano, a Fundação Victor Civita recebeu 5.006 projetos inscritos e 10 foram vencedores da categoria Educadores Nota 10. Di Gianne é o único que representa o estado de Minas Gerais e recebeu o reconhecimento. Agora, concorre como Educador do Ano.

“Regime fechado, visão aberta”, esse foi o nome escolhido por Di Gianne Nunes para seu projeto. Professor de escola pública e privada, foi na Apac que surgiu a ideia de procurar por um método de estudo diferente. “Na unidade prisional, quando eu estava dando aula sobre império romano, um aluno me questionou se existia a possibilidade de estudar por meio da Bíblia. Foi então que percebi que a grande quantidade de Bíblias disponíveis dentro da escola do presídio. Agora, vou utilizar o livro mais comum do sistema prisional a nosso favor”, conta o professor. Ele demorou cerca de dois meses para se preparar para as aulas.

O primeiro desafio enfrentado pelo docente foi separar a fé do histórico. “O cenário da Bíblia é histórico e fértil. Mergulhamos em um trabalho intenso para estudar, analisando as tradições, as culturas e as sociedades dos romanos e dos gregos. Como no presídio os alunos não têm acesso à internet, usamos a Bíblia e os livros de história. Ora líamos um, ora outro e, depois, discutíamos se o fato era comprovado pela arquelogia”, conta. Os alunos aprenderam e se dedicaram: “Eles ficavam ansiosos para as aulas”, diz.
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As aulas ajudam, inclusive, em outras disciplinas, como literatura e atualidades, para entender os conflitos no Oriente Médio hoje. “Mudou o rendimento na sala de aula. Até na biologia, a lepra, por exemplo, muito citada na Bíblia. Ainda tem preconceito e isso vem desde a época. E tudo isso a gente vai refletindo, desconstruindo.” Além disso, a autoestima dos alunos aumentou e eles ficaram mais confiantes. “A mãe de aluno me ligou e disse, chorando: ‘Meu filho só tinha saído no jornal em páginas policial e, agora, todo mundo voltou a acreditar nele. De repente, ele era vencedor num projeto educacional em nível nacional”, lembra o professor.

Como ele ficou entre os 10 vencedores recebeu R$15 mil. Di Gianne resolveu devidir o valor entre os alunos da turma do EJA: “Nada mais justo. Eles são os protagonistas”, comentou. Agora, no fim de outubro, o professor vai à capital paulista junto com os outros docentes para concorrer ao título de Educador do Ano. Caso fique em primeiro lugar, receberá um vale presente de R$ 5 mil para a escola onde aplicou o trabalho e outro, em igual valor, de R$5 mil, para a escola onde aplicou o trabalho.

Larissa Ricci, no Correio Brasiliense


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04/08/2017

Resenha do Livro - Missão Abaixo de Zero



Missão abaixo de Zero é a história da experiência vivida no Alasca pelo casal Milton e Tânia Torres. Milton é formado em Teologia e Letras e foi para o estado mais extremo dos Estados Unidos para servir como missionário.

Parece uma loucura deixar o nosso país tropical e ir viver num local onde a temperatura está quase sempre abaixo de zero. E foi essa loucura que Milton e Tânia viveram durante o período que ficaram no Alasca, temperaturas congelantes e paisagens brancas para todos os lados.

O casal passou por diversos desafios e provações durante essa experiência, e tudo isso começou desde a viagem de saída do Brasil até a sua volta, porém em momento nenhum Deus os deixou desamparados. Lá no Alasca também passaram por algumas surpresas e sustos, destacando o voar em meio a uma forte tempestade de vento e atravessar um rio congelado em caravana.

Durante a leitura vamos conhecendo um pouco mais sobre como é a região, pois eles descrevem o local, a vegetação e as curiosidades ali encontrados durante cada viagem que faziam entre as cidades. Cheguei a me cobrir algumas vezes por conta de tantos graus negativos na leitura do livro. Milton lamenta não ter visto nenhum urso durante sua estadia lá, porém aprendeu que deveria agradecer por nenhum urso ter visto ele lá.

Mesmo em um ambiente tão gelado, o casal retrata como o calor humano transforma o lugar. Lá eles fizeram muitas amizades verdadeiras e isso os ajudou muito. Deus colocou pessoas para cuidar deles lá e eles mesmo cuidaram de outras pessoas, levando o evangelho para aqueles que não tiveram oportunidade de ouvir e conhecer.

Este é um relato de fé que mostra como a mão de Deus protege e guia aqueles que estão dispostos a servir à Ele. É uma experiência marcante e motivadora que nos incentivará a levantar e sair da nossa zona de conforto e ir aonde Deus mandar. É uma leitura muito agradável e fica a dica para todos!


Título: Missão Abaixo de Zero
Autor: Milton L. Torres
Editora: Casa Publicadora Brasileira

Páginas: 80
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03/05/2017

Resenha do livro - Um conto sem fadas


Fazia tempo que eu não lia uma ficção. E esta é uma ficção da qual você poderá tirar muitas lições.
Eu assisti um programa da TV Novo Tempo onde a autora participava. Assim conheci um pouco da história da Pollyana Loureiro, bacharel em direito, cristã, blogueira e “teimosa” como ela mesma se intitula. Neste programa ela compartilhou um pouco do sonho que tinha de escrever um livro e como conseguiu publicá-lo. Para mim foi um relato empolgante, do tipo: quando não desistimos de sonhar, podemos tudo! Da vida da autora me surgiu o interesse para ler a sua obra.
“Um conto sem fadas” conta a história de Laura, uma jornalista que se encontra naquele estado de vida onde nada de ruim e nem de bom acontece. Laura é uma mulher normal, e você poderá se identificar com ela. Um relacionamento mal resolvido, um emprego “meia boca”, uma mãe que se preocupa com todos os detalhes da vida da filha distante...
Se contentando com a famosa zona de conforto, ela é surpreendida por uma oportunidade dos sonhos que pode mudar sua vida. Nesse caminho de mudanças Laura cresce, amadurece, aprende a dar valor ao que é mais importante: o hoje. Como esta resenha não vai conter “spoiler”, você vai precisar ler o livro para descobrir o que acontece na vida pacata de Laura, e como ela reagirá a tudo isso.
A escrita do livro me encantou. É simples, porém detalhada e isso te estimula a imaginar de uma forma quase real cada cena descrita. E eu encontrei nesta obra uma coisa que gosto muito: frases marcantes que levam à reflexão. Compartilho algumas com vocês:
“Dizem que as palavras machucam. Coitados, não sabem que o silêncio tem o poder de rasgar a alma.”
“...gente de silêncio inteiro, que não conta nada, que não é ferida, não reclama, nem esperneia. Um risco.  São exatamente estas pessoas que não derramam lágrimas que precisam de mais cuidado: elas choram por dentro.”
Todo livro que eu leio eu procuro aprender algo, se não posso aprender nada com um livro a leitura para mim é perda de tempo. E neste livro aprendi principalmente que precisamos ser autores da nossa própria história. Sim, os acontecimentos externos, as pessoas podem nos deixar tristes. Porém é nossa escolha permanecer tristes. O modo como vivemos diz muito mais a nosso respeito, às nossas atitudes e decisões do que com os outros e suas ações.

Título: Um conto sem fadas
Autora: Pollyana Loureiro
Editora: Chiado

Número de Páginas: 107
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21/03/2017

Resenha do livro - Por que Fazemos o que Fazemos?



Este livro foi escrito pelo filósofo Mario Sérgio Cortella, autor de mais de 20 livros de diversos assuntos, com mestrado e doutorado em Educação e professor-titular da PUC-SP. É também conhecido por suas palestras educacionais e instigantes, além dos comentários em programas de rádios e de televisão.


Por que fazemos o que fazemos? é uma análise sincera sobre as aflições que quase todas as pessoas estão passando ou já passaram em relação ao trabalho, carreira e realização profissional. Esse livro caiu como uma luva para a minha atual vida profissional, pois estou passando por um processo de transformação. As observações que Cortella faz são esclarecedoras e motivadoras.


O livro é bem completo no quesito ambiente de trabalho. São 20 capítulos onde o autor aborda temas como A importância de propósito, Rotina de trabalho, Autoria no trabalho, Motivação, Ética, Valores, Tempo, Lealdade entre outros. São capítulos curtos, de linguagem fácil e acessível a todos.


Cortella traz exemplos do cotidiano para exemplificar suas ideias e explicar o que está sendo tratado. Ele também utiliza de frases marcantes, que para mim é a melhor parte. O meu livro ficou todo sublinhado com as inúmeras frases que grivei. Vou compartilhar algumas frases aqui:


“Uma vida com propósito é aquela em que eu entenda as razões pelas quais faço o que faço e pelas quais claramente deixo de fazer o que não faço.”
“Quem começa o dia de trabalho com um nível de tristeza precisa reinventar as razões pelas quais faz aquilo que faz.”
“A monotonia é a morte da motivação!”
“A principal causa da desmotivação é a ausência de reconhecimento. Quando o profissional não é objeto de gratidão pelo que faz.”
“Para ter o resultado que eu gosto, nem sempre faço o que eu quero.”
“Porque engolir sapo o tempo todo é algo que se pode entender como um sinal de coragem ou persistência, mas muitas vezes é sinônimo de covardia, isto é, alguém está submetido a um sofrimento no cotidiano e vai se conformando: ‘Eu sou mais fraco...’”


Tem muito mais, mas assim seria necessário transcrever quase todo o livro.


Esta obra não é apenas para quem é funcionário de algum empreendimento, é também para os gestores, pois assim é possível entender o outro lado. O trabalhador entende e compreende a empresa, conseguindo ver os motivos que ela age de determinada maneira. Da mesma forma, os gestores conseguirão ver melhor a maneira de tratar e entender os seus colaboradores. É um livro completo.


Já assisti muitos vídeos do Cortella no YouTube, mas ainda não tinha lido nenhum livro. Gostei demais dessa experiência e já estou listando novas obras do autor para ler depois.


Se você já leu algum livro do Mario Sergio Cortella , compartilhe conosco aqui nos comentários.


Título: Por que fazemos o que fazemos?
Autor: Mario Sergio Cortella
Editora: Planeta

Páginas: 174
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22/12/2016

10 carreiras ideais para quem gosta de ler


Ler é a melhor maneira de exercitar o cérebro. Quem lê muito escreve bem, consegue se expressar melhor e tem mais agilidade de pensamento. É uma atividade que deve ser feita e incentivada por pessoas de todas as idades, sem qualquer restrição.

Se você faz parte da turma que adora devorar livros, saiba que existem inúmeras profissões nas quais é possível unir o útil ao agradável, com a leitura ocupando um lugar de destaque nas suas atividades diárias.

São carreiras que, na maioria dos casos, exigem muita dedicação à pesquisa, à especialização contínua e à leitura em diferentes idiomas! A maioria está na área de Humanas, mas o hábito de ler favorece pessoas de todas as profissões.

Confira a seguir a 10 carreiras ideais para quem gosta de ler!

1. Bacharel ou licenciado em Letras

O curso de Letras e suas diversas habilitações (Inglês, Espanhol, Alemão, Literatura, Português, etc.) é feito, essencialmente, de leitura. E não se trata de uma leitura qualquer: aqui é preciso entender o uso e o significado de cada palavra, cada oração, cada vírgula.

Como um médico que procura entender todos os mecanismos do corpo humano, o letrólogo - como é chamado o profissional de Letras - precisa desvendar todos os detalhes do idioma. Podemos observar essa dedicação num bom professor de Língua Portuguesa, por exemplo. Ele conhece cada ponto da nossa gramática em todos os aspectos: sintaxe, semântica, morfologia. Quem se especializa em Literatura, então, precisa ler ainda mais!

2. Jornalista

O jornalista precisa escrever um bocado no seu dia a dia. E a gente sabe que para escrever bem é preciso ler muito. É uma atividade que exige grande dedicação diária a notícias, artigos, livros, resenhas e similares. Os olhos desse profissional não param: quando não estão grudados em algum texto, estão pesquisando materiais para sua reportagem ou revisando o material produzido.

3. Tradutor

O trabalho principal do tradutor é ler, interpretar e traduzir para o idioma local ou estrangeiro qualquer tipo de texto (livros, documentos, trabalhos acadêmicos, cartas, etc.) com a máxima fidelidade possível. Para ser um bom tradutor, é preciso ser um exímio conhecedor de, no mínimo, duas línguas. A profissão exige o exercício diário da leitura, tanto para entender o material a ser traduzido quanto para pesquisar sua correspondência na língua estrangeira.

4. Professores de todas as disciplinas

Embora tenha um cotidiano bastante corrido, com aulas em diversas turmas, provas e trabalhos para corrigir, o professor sempre arranja tempo para ficar em dia com a leitura. É que essa prática é fundamental para seu desempenho profissional, especialmente porque precisam ficar atentos às novas pesquisas e métodos que podem influenciar sua área de ensino. Isso é muito comum em História, Geografia, Língua Portuguesa e Sociologia, por exemplo, mas é válido para todas as disciplinas.

5. Historiador

O historiador é um pesquisador nato, que tem a leitura como uma das principais atividades do seu dia a dia. Seu trabalho é buscar, catalogar e desenvolver pesquisas de valor histórico e cultural. Suas fontes de informação são textos, documentos antigos, cartas, registros diversos, etc. Há ainda a necessidade de manter-se atualizado com outras produções científicas que possam impactar de alguma forma o seu trabalho.

6. Filósofo

Filosofia é uma das profissões que mais exigem leitura. Primeiro porque há uma extensa literatura sobre o tema que vem sendo produzida desde os tempos antigos e continua a se expandir em ritmo acelerado nos dias de hoje. Segundo, porque se trata de uma área essencialmente reflexiva, que envolve muito trabalho de pesquisa, desenvolvimento de trabalhos, teses e dissertações.

7. Advogados e bacharéis em Direito

Quem se aventura na área do Direito já chega sabendo que vai ser um leitor voraz durante toda a vida profissional. Além de precisar se atualizar constantemente sobre as mudanças que ocorrem na área, é preciso visitar aqueles livros imensos com códigos e leis quase diariamente. O exercício da profissão também exige muita dedicação à leitura de processos, relatórios e afins.

8. Sociólogos

Assim como a Filosofia, a Sociologia é uma profissão que exige muita leitura, desde o primeiro dia do curso. Os alunos precisam aprender as principais linhas de pensamento existentes, explorar conteúdos de ciências políticas, antropologia, pensamento contemporâneo, etc. É uma área na qual boa parte dos seus profissionais se dedica às atividades de pesquisa, o que envolve um alto volume de leitura diária.

9. Médicos

Você acha que médico não lê? Engano seu! Medicina é uma profissão muito complexa, que exige dedicação integral dos seus profissionais e, dependendo da especialidade, um ritmo intenso voltado aos livros. Imagine o volume de leitura necessário para entender como funciona o nosso sistema nervoso, por exemplo. Ou para estar a par de novas técnicas, medicamentos, pesquisas, descobertas da ciência…

10. Profissionais de Marketing

Há quem pense que o profissional de Marketing se ocupa apenas de pensar novos produtos ou posicionar uma empresa no mercado. Mas não é bem assim. Há uma grande exigência diária de leitura para esses profissionais, porque eles precisam ficar por dentro de tudo de novo que acontece na área - um "marqueteiro" desatualizado não é muito valorizado. Também é preciso entender bem o mercado, o público-alvo e todos os detalhes do produto oferecido pela empresa. Isso exige pesquisa, dedicação e, claro, apego à leitura.


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