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26/06/2022

Quatro livros imperdíveis para ler em dias frios

 



A chegada da estação mais fria do ano remete a temas como quietude e introspecção. A exemplo da natureza, dias mais curtos e noites mais longas suscitam questões como recolhimento físico e emocional; uma boa deixa para diminuir o ritmo externo e promover momentos de acolhida.

Pensando nisso, a Editora Maralto – que pertence ao grupo Arco Educação - selecionou obras que reúnem beleza e temas sensíveis, em que o cuidar é assunto comum.

De autores nacionais e internacionais, e reconhecidos pela crítica especializada, os livros fazem parte do catálogo que tem aproximadamente 150 títulos voltados para públicos de todas as idades.

 

Confira a seleção e boa leitura:

O leão e o pássaro, de Marianne Dubuc, tradução de Ana Caperuto (72 p. https://amzn.to/3HWyFcs)

 


Em um dia de trabalho em seu jardim, o leão encontra um pássaro ferido e o leva para sua casa, enquanto o bando do qual o pequeno fazia parte continua sua viagem.

Os cuidados com o bichinho, dia a dia, durante um longo inverno, se transformam em uma eterna amizade entre os dois, que juntos enfrentam os dias frios. Seguindo sua natureza, no entanto, chega o momento em que o pássaro precisa se despedir do amigo e retomar seu caminho.

Contada com silenciosas palavras e imagens que dizem muito aos leitores, em um convite de leitura que exige tempo dilatado, a história de amizade entre o leão e o pássaro é um elogio à delicadeza e à liberdade.

A obra recebeu o Selo Altamente Recomendável 2015 da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) e o Prêmio 30 Melhores Livros Infantis do Ano, 2015, da Revista Crescer. 

 

As memórias de Eugênia, de Marcos Bagno, com ilustrações de Miguel Bezerra (88 p., https://amzn.to/39WovME)

 


Pela voz de um jambeiro, carinhosamente chamado de Eugênia em função de parte de seu nome científico (Eugenia malaccensis), os leitores são convidados a conhecer a história de uma família, especialmente de suas mulheres, e da construção de uma cidade.

No centro da narrativa estão Violeta, Rosa, Eugênia Flora e suas descendentes, com os vínculos familiares e afetivos que vão sendo construídos a partir delas. Por meio das experiências individuais de suas personagens, marcadas pela presença silenciosa da árvore Eugênia, o conto de um tempo, de um modo de viver, de amar e de lembrar é construído nesse sensível livro.

A obra foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2012, promovida pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, na categoria Autor Estreante e ficou em terceiro lugar no Prêmio Jabuti 2012, promovido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), na categoria Juvenil.

 

Viagem ao outro lado do mundo, de Roniwalter Jatobá, com ilustrações de Lúcia Brandão (56 p. https://amzn.to/3bjfGN6)

 


A obra conta a história de Murilo, um menino do interior que viaja a São Paulo acompanhando o pai. Originário da pequena Vida Nova, uma comunidade rural, ele vira a atração da escola por ser o primeiro a ter oportunidade de conhecer uma metrópole.

Mas a viagem – tão esperada – reserva grandes surpresas ao estudante, que se perde em meio à multidão em uma estação de metrô. O passeio vira um pesadelo e é com a ajuda de um pequeno desconhecido que Murilo conhece uma nova realidade e acaba por reencontrar o pai.  

Um livro que toca o coração e nos faz refletir sobre a vida nas ruas e o destino de milhares de crianças no Brasil.

 


O Natal de Marguerite, de India Desjardins, com ilustrações de Pascal Blanchet (72 p. https://amzn.to/3OKSVQu)

 


Já bem velhinha e frágil, Marguerite evita sair de casa, pois tem medo de se machucar ou adoecer, de ser atropelada ou assaltada.

Um restaurante entrega comida congelada em sua casa, uma cabeleireira aparece uma vez por semana para lavar seus cabelos, uma faxineira faz a limpeza, um gentil vizinho cuida da retirada da neve de sua porta e às vezes os filhos a visitam. Em mais uma noite de Natal sozinha, em frente à televisão, como tem sido nos últimos anos, ela ouve a campainha tocar e, apesar do medo, se sente no dever de abrir a porta. Esse acontecimento acaba se tornando um delicado presente para Marguerite.

Um livro para ser lido não apenas na época de Natal. A obra recebeu o Selo Altamente Recomendável 2016 da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ).

 

 

As obras podem ser adquiridas nas principais livrarias do país e também pelo catálogo da Maralto, disponível em https://loja.editorapositivo.com.br/literatura

 

Crédito de imagens: Divulgação/Editora Maralto

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08/05/2022

Dica de Leitura | Livros sobre maternidade

 



No mês das mães, Maralto apresenta três livros sobre o universo da maternidade

Narrativas sensíveis envolvem temas do cotidiano nem sempre abordados


Maio é considerado o mês das mães e a Editora Maralto - que pertence ao grupo Arco Educação – selecionou três obras em catálogo que tratam, de algum modo, sobre este tema. "As histórias são sobre situações comuns, mas com abordagens distintas, que ajudam o leitor a lançar um olhar mais complexo e por isso empático, sobre as relações familiares e a própria maternidade", explica a publisher Cristiane Mateus.


Confira as sugestões abaixo:

 

A rede florida, de Graziela Bozano Hetzel, com ilustrações de Anna Cunha (https://amzn.to/3vUawz3)

 


Mais que uma condição, a de ser mãe, com todas as marcas históricas, econômicas, sociais e culturais que a constituem, a maternidade é, antes de tudo, um sentimento coletivo, muitas vezes idealizado e, para muitas mulheres, assustador.

 

O amor que as mulheres sentem por seus filhos, quase sempre demonstrado em forma de cuidado, existe no imaginário social como algo dado e instantâneo, que pressupõe a anulação das mulheres, de seus sentimentos, angústias e desejos, em favor dos filhos, como se isso fosse uma exigência incontornável. Para além das complexas questões que essa breve reflexão suscita, incluindo a condição feminina em seus aspectos estruturantes em nossa sociedade, é preciso pensar nas muitas formas de ser mãe, considerando as condições existentes para o exercício da maternidade. Ainda que haja um modelo que, entendem alguns, deva ser seguido, é somente em suas existências concretas, dia após dia, que mães e filhos se fazem nessa relação.

 

O livro ganhou o Prêmio FNLIJ de Ilustração em 2020, e traz a narrativa de maternidades amorosas, que extrapolam o senso comum e acolhem os caminhos de nossa humanidade. 

 

A personagem Maria Rosa é uma adorável menininha que vive uma vida tranquila com seus pais. Como toda criança, frequenta a escola, gosta de brincar, de ler e de ouvir histórias. Mas a data de seu aniversário chega trazendo, junto com a festa, algumas surpresas: recebe da mãe e do pai uma dolorosa notícia, que aos poucos se acomoda em seu coração e se transforma em mais um espaço de afeto.

 

Como a irmãzinha de sua colega Natália, Maria Rosa descobre que é filha adotiva de seus pais e que essa condição não quer dizer menos amor. A presença da mãe biológica, que se afastou quando a menina ainda era bem pequena, cria novos laços para Maria Rosa e para sua família, sem rupturas ou julgamentos para ninguém.

 

O delicado texto de Graziela Bozano Hetzel encontra a força poética das ilustrações de Anna Cunha e juntos contam uma história comum na vida de muitas famílias, fazendo dela um convite para pensar sobre maternidade e relações familiares, celebrando os sentimentos que as constituem, para além de discursos obsoletos que cristalizam uma imagem anacrônica das mulheres e atendem a demandas de mercado.

 

A obra recebeu o selo Altamente Recomendável 2018 da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, selo Distinção da Cátedra Unesco de Leitura 2018 e está na lista dos 30 Melhores Livros Infantis do Ano 2019 da Revista Crescer.

 

Graziela Bozano Hetzel recebeu prêmios respeitados como o Jabuti, na categoria Melhor Livro Infantil, e o da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), na categoria Melhor Livro para Criança. Ganhou o prêmio Alejandro José Cabassa na categoria Infantil e seu nome está na Lista de Honra do International Board on Books for Young People (IBBY).

 

Anna Cunha ilustrou dezenas de livros publicados no Brasil e no mundo, com títulos selecionados para o Catálogo de Bolonha e premiados pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Foi finalista do Prêmio Jabuti, na categoria Ilustração, e recebeu menção honrosa no Prêmio João-de-Barro, na categoria Livro Ilustrado.

 

Como posso te amar?, de Celso Sisto, com ilustrações de Simone Matias (https://amzn.to/37p89e4)


As famílias já não são as mesmas. Essa afirmação, que pode ganhar ares de lamento, não traduz uma reclamação ou algum tipo de saudosismo, mas é a constatação de que há muito tempo a compreensão de que família é formada por um pai, uma mãe e seus filhos não corresponde à realidade. Mas se é recente o reconhecimento da diversidade de composição das famílias, não é novidade que muitas delas não contam com a presença do pai, por motivos diversos.

 

É bastante comum que as mães – e também as avós, as tias, as irmãs mais velhas – assumam integralmente o cuidado dos filhos e tentem prover suas crianças, material e afetivamente. Mas algumas faltas não podem ser negadas, embora possam ser tratadas com coragem e amor. É uma história como essa que conta o livro Como posso te amar?.

 

Em uma redação escolar, o menino Caio declara seu amor à mãe e à irmã mais velha, que cuidam dele com muito carinho. Mas a orientação da professora era de que as crianças escrevessem sobre os pais... A partir do texto do menino e de uma conversa com a professora, a mãe passa a perceber, em pequenos gestos cotidianos, a falta que o pequeno sente do pai. Sabendo que não pode preencher essa lacuna, mas certa de que pode fazer com o filho coisas que seriam esperadas do pai, ela se aproxima ainda mais do menino, esforçando-se para que essa ausência não se torne ainda maior e mais sofrida para ele.

 

Como Caio, são muitas as crianças que não convivem com o pai e que lidam com essa dor, muitas vezes ampliada pela incompreensão dos motivos que a causam. Não sabemos o que aconteceu com o pai de Caio – morte, separação, abandono? –, mas é certo que o livro é um convite aos leitores de todas as idades para refletir sobre as relações familiares e suas muitas possibilidades de afeto, sem a tentação de julgamentos imediatos e superficiais.

 

Na história contada pelo sensível texto de Celso Sisto e pelas ilustrações de Simone Matias, assistimos aos movimentos amorosos da mãe – ouvir a professora, observar o menino, pensar no assunto, tomar uma decisão – para acolher o filho. E isso já é muito.

 

Celso Sisto tem mais de 30 livros publicados para crianças e jovens e recebeu o prêmio de Autor e Ilustrador Revelação pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ).

 

Simone Matias tem dezenas de livros publicados e recebeu o selo Distinção Cátedra 10 Unesco de Leitura PUC-Rio.

 

O mergulho no espelho, de Ninfa Parreiras, com ilustrações de Marcelo Ribeiro (https://amzn.to/3sgHXcQ):


Sempre que pensamos ou falamos em mães, algumas palavras nos vêm imediatamente à cabeça, como amor e proteção. Ambas se fundem na relação com os filhos e se desdobram em uma única: cuidado.

 

É cuidando e recebendo cuidados, os mais diversos – físicos, afetivos, formativos – que mulheres e crianças constroem sua condição de mães e filhos no cotidiano, em um exercício que se prolonga por toda a vida. Mas são mais recorrentes do que podemos imaginar as situações em que quem deveria cuidar pede cuidados. Porque, distinta da idealização construída em torno das mães por muitos discursos e imagens, a vida comum, essa de todos nós, é feita de pessoas que amam, sonham, se angustiam, adoecem e sofrem.

 

É essa experiência, de mães que escapam aos padrões previamente estabelecidos não se sabe por quem e demandam a atenção mais habitualmente dedicada aos filhos, que encontramos neste livro.

 

Uma menina vive com duas irmãs, dois irmãos, o pai e, tempos sim, tempos não, a mãe. Ela não sabe direito o que acontece quando os homens de branco levam a mãe para um lugar que ela também desconhece. Entre silêncios, ausências e pequenas e dolorosas pistas, entremeados pelo aprendizado das letras na escola, a personagem tenta compreender a ausência da mãe, tanto a de quando ela é levada de casa, quanto a que pode ser sentida durante os muitos dias da mulher na cama, sem voz, sem palavras. O mergulho no espelho é uma narrativa sensível sobre questões temidas e muitas vezes tratadas como tabu.

 

Como é próprio das boas narrativas, o texto deixa lacunas – as mesmas vividas pela protagonista do livro – que podem ser acolhidas pelos leitores, na medida de seu desejo e de suas demandas.

 

As ilustrações criam cenas que amplificam os sentimentos e sensações construídos na escrita, com elementos que juntam paisagens e situações da vida da personagem com imagens que se desenham em seu coração e em sua imaginação. O mergulho no espelho é um livro bonito e necessário, que nos convida a considerar muitas maneiras de existir, incluindo a maternidade.

 

Ninfa Parreiras é professora de literatura e de criação de textos. Escreve em versos e prosa para leitores de todas as idades e tem diversos títulos publicados.

 

Marcelo Ribeiro tem obras consideradas Altamente Recomendadas pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) e selecionadas pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD).


O catálogo da Editora Maralto pode ser conferido no Instagram e Facebook @maraltoedicoes

 Crédito das fotos Divulgação/Editora Maralto


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12/04/2022

Resenha do Livro - Meu mundo de ponta-cabeça | Livro dos Aventureiros 2022

 





“Meu Mundo de Ponta-Cabeça”é o livro do ano selecionado pela Casa Publicadora Brasileira para o público infantil, crianças de 6 até 10 anos. Todos os anos a CPB elabora uma lista de livros, confira a seleção de 2022.

 

Em “Meu Mundo de Ponta-Cabeça” vamos acompanhar a experiência real de Valéria e Paulo Sitta. Esse casal viajou literalmente para o outro lado do mundo. Eles foram trabalhar como missionários em um orfanato na Índia. A Valéria é Pedagoga e o Paulo analista de sistemas. Nesse orfanato eles contribuíram nas atividades da cozinha, administração e dando aulas de música.

 

Como eu disse, o livro é para o público infantil, mas é recomendado para pais e educadores. Tanto que no início do livro há uma mensagem para esses dois grupos. Para os pais a mensagem é de participem da missão, incentivem e se envolvam em algum projeto missionário. Para os educadores, criem projetos voltados para essa parte missionária e se não tiver ideias de como fazer isso, o livro vai te ajudar muito.

 

Esse livro pode ser uma ótima oportunidade para que os pais e filhos possam ter várias discussões sobre os mais diversos temas, pois ao mesmo tempo que os autores vão compartilhando suas experiências, eles vão levantando os temas e deixando espaço para que haja esse aprendizado. Só pra citar alguns exemplos temos: finanças, alimentação, trabalho, limpeza do quarto, e outros.

 

Além disso tudo, o livro é rico em curiosidades e informações sobre a Índia e detalha como que foi o período de Missão que Valéria e Paulo passaram no orfanato. O legal desse livro é que ele é recheado de fotos, deixando a leitura para as crianças mais agradável ainda. E como estamos em um mundo cada vez mais digital, neste livro há QRCodes para você assistir alguns vídeos e assim a imersão na leitura ser maior ainda. Creio que as crianças vão gostar.


Com as imagens e vídeos você vai ter acesso a histórias bem engraçadas e divertidas, como por exemplo quando Valéria e Paulo levaram as crianças para a praia, ao zoológico, ensinaram a montar e soltar pipa e aprenderam a cultivar uma horta.

 

O que eu mais gostei neste livro foi o tema ‘Respeitar as diferenças’. Por diversas vezes Valéria conta que estranhou alguma costumes indianos, como por exemplo, comer com a mão, cozinhar no chão ou até mesmo as roupas típicas, porém o mesmo estranhamento existia da parte dos indianos quando ela comia com garfo e faca, utilizava a mesa e usava suas roupas. Nesses assuntos não existe certo e errado, e sim pessoas diferentes, de culturas diferentes, fazendo coisas diferentes. Respeitar as diferenças deve ser algo a ser aprendido desde a infância, para que não nos tornemos adultos intolerantes.


E quando se fala em tolerância isso engloba a religião, as crenças, opinião política entre outras coisas. É necessário compreender o outro, entender como ele pensa e age e não ficar achando que você é a regra do mundo. Respeito e tolerância são 2 coisas que precisam ser mais praticadas hoje em dia.  

 

Pais, este é um ótimo livro para incentivar o hábito da leitura nos seus filhos. Além disso, pode proporcionar um momento de grande interação entre vocês e a criança.

 

Título – Meu Mundo de Ponta-Cabeça

Autores – Valéria e Paulo Sitta

Editora – Casa Publicadora Brasileira (CPB)

Páginas – 112



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17/09/2020

Livros - Anne de Green Gables

 



Quer saber um pouco mais sobre a autora de Anne, a personagem principal do seriado da Netflix “Anne With an E”? O vídeo de hoje apresenta um pouco da história de Lucy Maud Montgomery, escritora canadense, e da série de livros que se tornaram clássicos da literatura mundial.

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08/01/2019

Resenha do Livro - O Sobrinho do Mago




Esta é a sexta crônica escrita por C. S.Lewis que compõe as Crônicas de Nárnia. Nos livros que reúnem todas as crônicas, esta é a primeira crônica a ser lida. E foi a primeira que eu li e já me apaixonei por Nárnia.

“O sobrinho do Mago” conta a história da criação da terra de Nárnia. Nesta parte você entenderá como surgiu o guarda-roupa mágico, já conhecerá a feiticeira Jadis e também Aslam. Esta crônica funciona como uma introdução para as demais.

Tudo começa com uma brincadeira do menino de Digory e sua amiga Polly, que vão parar no quarto curioso do Tio André. Lá algumas coisas ocorrem e eles são transportados para outro mundo. Assim, começa a grande aventura e descobertas em torno de Nárnia.

Me surpreendi ao ler esta primeira crônica. Eu pensava que tudo seria muito difícil de entender, mas não. Lewis usa uma linguagem muito clara, realmente ele quis que as crianças entendessem. Ele consegue passar sua mensagem profunda de uma forma lúdica, mas que nós adultos também nos encantamos. Não imaginava, mas o humor é presente nestes escritos, o que torna ainda mais a leitura divertida. Outra coisa interessante é como os animais são descritos, de forma muito amável e mágica.

A parte mais emocionante desta crônica foi quando Aslam foi apresentado. Confesso, senti vontade de chorar. É muito envolvente e linda a maneira que esse autor querido caracterizou o personagem Aslam.

“O leão continuava a cantar, mas a canção era de novo diferente, mais agreste do que outras. Fazia a gente querer correr, pular, subir nas árvores, gritar, ir ao encontro dos outros para abraçá-los...”

Título: O sobrinho do mago
Autor: C.S. Lewis
Editora: Martins Fontes
Páginas: 97

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10/10/2018

A importância da leitura para bebês

Foto: Marcelo Freire


“Os bebês têm uma vinculação ao som desde a gestação e, ao nascer, estão atentos a toda musicalidade do ambiente ao redor”, diz Ana Flavia Castanho, pedagoga, especialista na capacitação de professores na área de Formação de Leitores e da Didática de Matemática. Isso porque, ainda no útero materno, desde o quarto mês, eles conseguem ouvir e distinguir vários sons. A modulação da voz humana é uma das primeiras coisas que aprendem a interpretar quando nascem. Ou seja, não falam, mas escutam muito.

Sendo assim, é importante oferecer aos bebês experiências afetivas e cuidadosas com as diferentes musicalidades que a voz humana assume, incluindo conversas, cantos ou leituras. Aos poucos, eles vão percebendo as particularidades e as nuances melódicas e de ritmo de cada situação.

Isso significa que não há limite de idade para começar a ler para uma criança? Não há. É uma prática que pode ser feita desde que ela nasce, seja em casa ou no cotidiano de creches, berçários e escolas de Educação Infantil. São vários os ganhos para o desenvolvimento.

Um é a criação, ou fortalecimento, de vínculo com quem está lendo, pois a criança compreende que aquele é um momento de atenção dedicada a ela e à leitura. “Ela observa as reações do adulto e percebe quando ele está se divertindo ou quando fica emocionado com a história, por exemplo. Então, a qualidade da interação é essencial para ela querer repetir a experiência”, diz Edi Fonseca, pedagoga e pesquisadora na área de leitura para crianças. A observação vale também para o adulto, que tem a chance de conhecer melhor o bebê e acompanhar sua aprendizagem.

Outro ponto fundamental é que, ao compartilhar com o bebê seu encantamento com a leitura, o adulto contribui para aproximar os pequenos do mundo da literatura. Primeiro por meio da linguagem oral, com a mediação da leitura e contação de histórias, e depois com a apresentação da linguagem escrita, quando as crianças manuseiam os livros.

Esse contato com a literatura ajuda no desenvolvimento da escuta e da oralidade, pois a leitura amplia o vocabulário e revela que a língua escrita normalmente é mais formal do que a falada e pode assumir estilos diferentes, conforme os autores e os gêneros (poesia, contos, história rimada etc) escolhidos.

Também enriquece o imaginário da criança, algo essencial para estimular a capacidade criativa delas. Em um sentido amplo, a leitura permite a ela conhecer melhor a si mesma, o mundo e a cultura em que vive, construindo sentido e significado ao que a cerca.

Promover o acesso a livros desde pequeno é também uma maneira de combater a desigualdade. “Há pesquisas mostrando que crianças, de zero a seis anos, que não têm acesso à leitura possuem um vocabulário pelo menos três vezes menor do que o daquelas com acesso”, afirma Angela. “O cérebro se desenvolve com base nas relações estabelecidas entre o que é dado pela genética e as experiências da vida. Assim, a qualidade dessas vivências é um fator decisivo no desenvolvimento das capacidades atuais e futuras da criança”, completa Edi.




Fonte: Nova Escola

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29/08/2018

Resenha do Livro - King, o pregador que não conseguia pregar




O livro conta a história de George King, um cristão canadense que tinha um objetivo de vida: se tornar um pregador. Ela já havia ouvido grandes pregadores e isso o motivava a querer pregar e levar a mensagem do advento para as outras pessoas.

O relato é narrado por Otho Godsmark, um garoto de 11 anos que vivia na fazendo com seus pais. Otho ficou super empolgado quando ficou sabendo que haveria uma nova pessoa morando com eles e acompanhou de perto toda a saga de King para alcançar sua meta.

King tinha vontade e persistência e juntamente com Otho ele treinava diariamente para conseguir pregar, mas mesmo com tanto esforço, sua primeira experiência foi catastrófica. As anotações caíram do púlpito e ficaram fora de ordem e seu quadro informativo rasgou na hora de desdobrar. Tudo isso foi um balde de água fria nos sonhos de King. Porém ele não estava sozinho e a família Godsmark estava ali para ajudar.

Seguindo o conselho sábio da Sra. Godsmark, King saiu para pregar para as de casa em casa, de um jeito que fosse capaz de conversar de maneira calma, sem risco de se atrapalhar e de forma mais pessoal possível. O ministério de King se expandiu e até hoje existem pessoas realizando esse trabalho de casa em casa, levando esperança aos mais diferentes lares.

Esse livro é voltado para o publico juvenil, mas serve para todos aqueles que querem se inspirar em uma história verdadeira de superação. Dificuldades sempre existirão, mas com força de vontade, persistência e determinação, alcançaremos todos os nossos objetivos.

Boa leitura

Título: King, o pregador que não conseguia pregar
Autor: Kimber J. Lantry
Páginas: 80

Editora: Casa Publicadora Brasileira 

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26/11/2017

Você conhece o papel da literatura no desenvolvimento infantil?



A literatura infantil é um caminho que leva a criança a desenvolver a imaginação, ampliar o vocabulário, trabalhar sentimentos de forma prazerosa e significativa e alfabetizar-se, nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Mas o contato com a literatura na infância permite, ainda, que a criança se coloque em diferentes papéis e aprenda, desde cedo, a apreciar a arte.

Para Andrea Bade Fecher, gestora do Bom Jesus Menino Jesus, em Petrópolis (RJ), é difícil, ou melhor, impossível dizer o papel da literatura no desenvolvimento infantil. “Podemos destacar alguns, como a função social: ler para se informar, ampliar o repertório, socializar o conhecimento, agregar valores etc. Em relação ao desenvolvimento, durante a leitura, são ativadas diversas áreas cerebrais ao mesmo tempo. À medida que lemos, ativamos nossas memórias e os campos: visuais, auditivos, da criatividade e, por vezes, até olfativos. Sem contar que não aprendemos apenas com as nossas experiências; aprendemos na interação com seres e objetos, o que torna a literatura uma grande fonte de aprendizado”, afirma.

A criança que tem o contato com a literatura estimulado amplia consideravelmente seu repertório na língua materna (ou outras línguas, caso já tenha contato com elas), e é capaz de relacionar, interpretar e fazer inferências com maior facilidade, melhora sua ortografia e expande seu potencial criativo.

Segundo Andrea, os pais podem estimular a leitura com o exemplo dentro de casa. “Crianças são atentas – não adianta os pais dizerem que a leitura é importante se o filho nunca os viu lendo. Há pesquisas em neurociência que mostram que todo novo hábito pode ser criado em 21 dias. Então vamos lá, faça o seu planejamento e mantenha com seu filho uma rotina de leitura”, incentiva a gestora, que entende que a escola tem papel fundamental nesse processo, pois é nela que o aluno terá contato com leitura de forma mais técnica. “No Bom Jesus, trabalhamos com títulos e autores diversificados, escolhidos com muito critério. Os alunos leem os livros do projeto de leitura, outros que têm relação com o tema do projeto desenvolvido pela turma, leem livros da ciranda de leitura feita em sala de aula e contam ainda com títulos, separados por faixa etária, nas bibliotecas das unidades de ensino. Já no 1º ano são estimulados a ler para a turma ou a dramatizar histórias lidas individualmente ou em grupo. Quando maiores, são estimulados a leituras mais densas, fazem trabalhos orais, expositivos e avaliações em que podem colocar suas descobertas acerca da leitura realizada”, explica.

Então, não se esqueça: na hora da leitura, nada de preconceito! Explore, com a criança, os diversos gêneros textuais, descubra seu campo de interesse, crie uma rotina agradável e divirta-se neste momento único entre pais e filhos!

Publicado no G1


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12/10/2017

Que tipo de livro ler para as crianças?


Pesquisa da Universidade de Sussex (Reino Unido) constatou que as crianças assimilam menos vocabulário quando os livros infantis têm muitas figuras


Uma pesquisa da Universidade de Sussex (Reino Unido), com crianças de 3 anos, constatou que, quando os livros infantis têm muitas figuras, os pequenos assimilam menos vocabulário. No experimento, um mediador leu dois tipos de livros (com texto e ilustrações), mas um com imagens só na página da direita e, outro, com imagens em ambas as páginas.

Os resultados mostraram que, no segundo modelo, as crianças ficavam um pouco perdidas e não associavam os objetos desenhados ao texto. Já quando as figuras ocupavam apenas um lado, elas armazenaram o dobro de palavras. Os pesquisadores descobriram, ainda, que se o adulto direciona o olhar dos pequenos para a palavra, apontando o objeto correspondente, esse “excesso” de imagens não interfere na aquisição de vocabulário. Mas, atenção, isso não quer dizer que a leitura precise ser sempre feita dessa maneira.

“Se, por um lado, a mediação entre a criança e o livro é fundamental para desenvolver uma cultura da leitura, por outro, desde cedo a criança é capaz de desenvolver uma leitura própria – o ler para si –, que possibilitará que ela adquira uma atitude voluntária e espontânea, em uma experiência independente, lúdica e gratificante”, explica a psicóloga e psicopedagoga educacional Marisa Irene Siqueira Castanho, conselheira da Associação Brasileira de Psicopedagogia. Aprender novas palavras é importante, mas os desenhos estimulam a imaginação e o gosto pelas artes. Então, busque o equilíbrio, sem estresse.

Publicado na Crescer


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10/10/2017

Que tal presentear os pequenos com livros no Dia das Crianças?



O Dia das crianças está chegando e os pedidos dos pequenos já começaram. As listas estão recheadas de nomes de brinquedos, não é mesmo? E os livros? Entrou algum pedido de livro na lista? Claro que as crianças podem ganhar brinquedos, mas temos estimulado o potencial leitor de nossos filhos?

A quarta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil – encomendada pelo Instituto Pró-Livro ao Ibope Inteligência e considerada o maior e mais completo estudo sobre o comportamento do leitor brasileiro, aponta que 33% dos leitores respondentes sofreram a influência de alguém para começar a gostar de ler. Destes 33%, 19% dos entrevistados alegaram que algum dos responsáveis ou parente influenciou seu desejo pela leitura. Percebe-se a partir destes dados que a família tem grande relevância na formação de leitores.
 
Retratos da Leitura no Brasil – IPL – Base: Amostra (5.012) – Pessoas que influenciaram no gosto pela leitura.


A pesquisa aponta ainda que, em relação ao hábito de leitura dos pais, 17% dos entrevistados leem com frequência, 24% leem às vezes e 53% nunca leem. Os resultados também demonstram que a relação entre a maior escolaridade dos pais de leitores quando comparada à escolaridade dos pais de não leitores. Nesta última pesquisa, apenas 12% das mães e 11% dos pais dos leitores são analfabetos. Já em relação aos não leitores, 28% das mães e 25% dos pais são analfabetos.

A pesquisa informa que as principais formas de acesso ao livro são: compra em loja física ou pela internet 43%, presente 23% e empréstimo de algum familiar ou amigo 21%. Entre os leitores, 48% afirmam receber livros como presentes da família. Entre os que compraram livros nos últimos 3 meses, esse percentual cresce para 56%.

Dentre os fatores que influenciam na escolha de um livro para a leitura, foram citados: tema ou assunto (30%), dicas de outras pessoas (11%) e o autor (12%). Já as principais razões para a leitura, foram citados: gosto (25%), atualização cultural ou conhecimento geral (19%) e distração (15%). O “tema ou assunto” influencia mais a escolha dos adultos e daqueles com escolaridade mais elevada, atingindo 45% das menções entre os que têm Ensino Superior. Já a “capa” de um livro é o principal motivo de escolha na faixa etária entre 5 e 13 anos. Nas faixas etárias correspondentes aos ciclos da escolarização básica (Ensino Fundamental e Médio), as “dicas dos professores” são as de maior peso para aqueles que estão entre os 5 e os 10 anos de idade.

Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil – IPL – Base: Leitores (2798) – Fatores que influenciam na leitura de um livro.

De acordo com o estudo, ter um influenciador de leitura dentro de casa faz bastante diferença para criar novos leitores, crianças que crescerão com o hábito de ler. Os índices que se referem aos pais ainda são baixos, há muito a se melhorar. As políticas de fomento à leitura que o IPL promove têm como intuito proporcionar momentos literários e de estreitamento das relações entre os pais e filhos. 

Então, que tal aproveitar o Dia das Crianças e presentear com um livro? Escolha temas que sejam do interesse do seu filho, reserve tempo para ler com ele e ajude-o a descobrir novas aventuras e aprendizados por meio da leitura.


Sobre o Instituto Pró-Livro: O Instituto Pró-Livro (IPL), foi criado no final de 2006 pelas entidades do livro – Abrelivros, CBL e SNEL, com o objetivo principal de fomento à leitura e à difusão do livro. Iniciou suas atividades em 2007. Atualmente é mantido pelas entidades fundadoras e por contribuições voluntárias de editoras.  As entidades do livro, representando a cadeia produtiva, fundaram o Instituto Pró-Livro assumindo o compromisso de responsabilidade social junto a representantes do governo e sociedade civil, para a promoção de ações de fomento à leitura, orientado pela missão de transformar o Brasil em um país de leitores. O IPL realiza periodicamente a pesquisa Retratos da Leitura do Brasil, maior e mais completo estudo sobre o comportamento do leitor brasileiro, para avaliar impactos, orientar políticas públicas do livro e da leitura, promover a reflexão e estudos sobre os hábitos de leitura do brasileiro e, desta forma, melhorar os indicadores de leitura e o acesso ao livro. www.prolivro.org.br
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24/07/2017

4 formas de incentivar a leitura nas crianças



Quem já teve a oportunidade de perder-se entre as páginas de um livro sabe que a leitura é uma das melhores atividades para quem deseja momentos relaxantes, prazerosos e cheios de aprendizado. Um livro tem o poder de transportar a mente para dimensões únicas, além de ser uma excelente fonte de inspiração para a criatividade. Entre os diversos capítulos de uma obra, o leitor passa a enxergar a vida de uma maneira diferente e a estimular seu pensamento reflexivo.

Para as crianças, esses benefícios são ainda mais preciosos. Incentivar o hábito da leitura, desde cedo, é muito importante pois é, durante a infância, que os pequenos começam a se desenvolver física e cognitivamente. Além disso, essa é uma fase de descoberta em que as crianças aprendem a distinção entre aquilo que é correto e aquilo que não é, e também iniciam o processo de alfabetização e conhecimento de mundo. Pensando nisso, reunimos algumas dicas para ajudar a você a incentivar o hábito de leitura no seu pequeno. Confira!

1 – Não obrigue a criança a ler

O primeiro passo é evitar qualquer tipo de obrigação relacionada à essa atividade. Os pequenos devem se sentir interessados pela leitura e enxergá-la como algo prazeroso. Por isso, a dica é que os próprios pais comecem a ler para os seus filhos, até mesmo para aqueles que já iniciaram o processo de alfabetização. Observando o entusiasmo dos pais, as crianças ficarão ainda mais interessadas pelo livro.

2 – Encontre o tipo de leitura que o seu filho gosta

Levar em conta o gosto da criança é um ponto-chave para incentivar a leitura. Por isso, é fundamental conversar com o seu filho sobre suas preferências ou levá-lo para escolher algum livro na seção infantil da biblioteca ou livraria. Se a criança se interessa por pintura, por exemplo, um livro de colorir pode ser uma boa pedida.

3 – Escolha o livro apropriado para a idade

Um fator fundamental para incentivar a leitura é fazer a escolha do livro de acordo com a idade da criança. Antes da alfabetização, os pequenos tendem a ter um contato visual e a querer sentir os livros com as próprias mãos. Nessa fase, edições de livros coloridos e feitos de plástico são ideais. Já com o início da alfabetização, é indicado que os pais adotem um método de leitura alternada, ou seja, deixar o filho ler uma parte da história e o pai a outra. Nesse momento, prefira livros que tenham um equilíbrio entre a escrita e as ilustrações.

Para não errar na escolha das obras, uma boa opção é assinar um clube do livro e, assim, receber títulos adequados para a idade do seu filho. A Leiturinha é um exemplo de clube de assinatura de livros infantis. O clube conta com uma equipe de curadoria, composta por profissionais especializados na área de pedagogia e psicologia, que seleciona os livros apropriados para a idade de cada criança.

4 -Estimule o interesse para a criação de histórias

Mesmo após a alfabetização, é fundamental a participação dos pais para que os pequenos continuem envolvidos com a leitura. A última dica, então, é instigar a criação de histórias para que os pequenos criem suas próprias narrativas e, quem sabe, até seus próprios livros. Assim, a criança desenvolverá a capacidade cognitiva, criativa e ficará ainda mais interessada por livros.

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04/04/2017

Resenha do Livro - Guerra no Céu



Olá amiguinhos do lenço alaranjado! O nosso livro do ano está simplesmente demais. Guerra no Céu os bons vencem os maus foi escrito por Ariane M. Oliveira que é formada em Pedagogia e trabalha como editora de livros infanto-juvenis na CPB.

Guerra no Céu é uma adaptação do livro O Grande Conflito, da renomada escritora norte americana Ellen White. Todos nós estamos envolvidos no conflito entre o bem e o mal e as crianças também precisam se inteirar desse importante assunto, mas principalmente precisam ter a certeza que Jesus já venceu a batalha por nós.

Com linguagem acessível para as crianças, páginas coloridas, texto ilustrado e letras com um tamanho agradável, Ariane conta a história de grandes personalidades que marcaram a história do cristianismo. Ressalta a contribuição de João Wycliffe e outros corajosos que deram a vida pela conservação da Bíblia. Destaca a coragem de Lutero.

A grande mensagem divulgada por Guilherme Miller. O desapontamento vivido pelos cristãos que esperavam Jesus em outubro de 1844. Nesse momento é chamada a atenção para a importância de nos atentarmos para os detalhes do grande mapa deixado por Deus para nós. Alguns desistiram de esperar, mas muitos continuam esperançosos aguardando a breve volta de Jesus, o momento em que o grande conflito terá fim e todos nós seremos coroados por Jesus. A Terra será restaurada e todo o Universo reconhecerá que Deus é amor.

As crianças vão amar conhecer essa aventura e os adultos também!

Ótima leitura!

Título: Guerra no Céu os bons vencem os maus
Autor: Ariane M. Oliveira
Editora: Casa Publicadora Brasileira
Páginas: 64

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14/02/2017

Dica de Leitura - Maioria Minoria



Você já se sentiu sozinho alguma vez na vida? Já parou para pensar no quanto um amigo ajuda nas horas difíceis?  A obra Maioria Minoria, da autora Tânia Martinelli, publicada pela Editora do Brasil, retrata a amizade de dois garotos que é fortalecida por meio das diferenças​ e do combate ao preconceito.

Maioria minoria traz o personagem João Pedro, um garoto bastante curioso. Ele não é bom de bola, mas tem muito jeito com as palavras. São elas que povoam o dia a dia desse menino, fazendo com que ele entenda aquilo que acontece ao seu redor. Com os termos “maioria” e “minoria”, que surgiram ao mesmo tempo em que um amigo foi vítima de preconceito racial, não foi diferente. O livro trata os temas discriminação e diversidade de modo a despertar nos pequenos leitores importantes percepções sobre o mundo.

Mais do que falar sobre amizade e preconceito, a obra ensina de forma divertida sobre o poder das palavras. É um presente para todos aqueles que acreditam também em relacionamentos e no poder que um bom livro tem para se tornar um amigo e uma referência para os jovens leitores.


Sobre a Editora do Brasil: Fundada em 1943, a Editora do Brasil atua há mais de 70 anos com a missão de mudar o Brasil por meio da educação. Como empresa 100% brasileira, foca a oferta de conteúdos didáticos, paradidáticos e literários direcionados ao público infantojuvenil. Foi fundadora da CBL, SNEL, FNLIJ, IPL e da Abrelivros. Os títulos estão disponíveis para comercialização por meio da loja virtual da Editora Brasil (http://www.editoradobrasil.com.br/lojavirtual/) ou nas lojas físicas, em São Paulo (Rua Conselheiro Nébias, 887 – Campos Elíseos, São Paulo - SP), Rio de Janeiro (Rio de janeiro é Rua do Bispo, 150, Rio Comprido-RJ) e Natal (Rua dos Caicós, 1533 – Alecrim, Natal- RN).

Nome: Maioria Minoria
Autora: Tânia A. Martinelli/ Ilustradora: Veridiana Scarpelli
Segmento: Literatura
Ano/Volume: A partir do 4º ano
Número de páginas: 40
Formato: 17 x 24 cm

Preço: 46,50
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