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CPB Books #08 - Pr. João Pereyra




Esta semana vamos conhecer um pouquinho mais sobre um autor muito querido que é o Pastor João Pereyra. Ele é autor dos livros Milagres não ocorrem por acaso, Confiança Máxima e Desafio nas alturas.

Conhece esses livros? Já leu algum? Se sim ou se não, confira esse bate-papo com o autor em mais um CPB Books!




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As 8 melhores práticas para as leituras obrigatórias



Veja dicas para tirar o melhor proveito possível das obras e se preparar para os exames

Algumas das maiores universidades do país mantêm vestibulares próprios, além de programas como o Sisu e o Prouni. Para quem vai se candidatar a uma delas, é importante ficar ligado nas listas de obras obrigatórias que muitas vezes são exigidas do candidato na realização do exame.

Para tirar o melhor proveito possível das leituras, o professor de literatura Tiago Martins, da plataforma online Me Salva!, dá 8 dicas que podem ser úteis a quem está se preparando para os exames. Veja!

1. Desfrute das leituras

Um dos principais males do nosso ensino é a perspectiva de que estudamos somente para passar no vestibular ou tirar uma boa nota. O conhecimento pode desempenhar uma grande transformação nas nossas vidas, desde que estejamos abertos a ele. Uma obra literária pode conter um tanto de História, um tanto de Sociologia, um tanto de Psicologia, um tanto de Filosofia, um tanto de Economia, enfim, um tanto de reflexões sobre a nossa própria natureza e sobre como vivemos em comunidade. Como diz Antônio Cândido, crítico literário brasileiro, ‘o romance enrola a verdade na fantasia’.

Se os estudantes se dedicarem a ler as obras literárias desejantes de mergulhar nas narrativas oferecidas, desejantes de superar as iniciais dificuldades que um texto pode oferecer – especialmente aos que não têm familiaridade com a leitura -, poderão não apenas ter um melhor desempenho em seus respectivos vestibulares, como poderão ter o prazer de se entregar a um livro! Quando lemos (ou estudamos) interessados em aprender, e não apenas em decorar para uma prova, o nosso desempenho sempre é muito melhor, pois assimilamos aquele conhecimento profundamente, e não superficialmente.

2. Tenha um bom esconderijo

O escritor português Gonçalo M. Tavares disse em uma entrevista que: “Sem um bom esconderijo não se tem uma boa vida”. Ele fala de um tempo no qual ficamos quietinhos, distante das preocupações e das solicitações, um tempo guardado para a leitura. O fato é que vivemos em uma lógica temporal de muita pressa, a maior parte das pessoas compra a ideia de que devemos estar sempre ocupados, sempre conectados, sempre trabalhando, sempre fazendo alguma coisa. Isso nos põe em um estado de agitação muito grande. É esse estado de agitação que, muitas vezes, leva os estudantes que estão se preparando para o vestibular a desenvolver quadros de ansiedade.

A literatura, no entanto, habita um outro tempo. Para mergulharmos em um texto literário com a atenção que ele exige, é preciso de pausa, e não de pressa. Então é importante que o estudante crie uma rotina de leitura. Um esconderijo. Um horário no qual ele irá se desconectar das redes sociais, deixar o celular um pouco de lado, deixar as preocupações do lado de fora e mergulhar no livro. Cada um vai escolher qual é o melhor horário para si, cada um vai escolher quantas vezes por semana vai se dedicar a sentar-se para ler, mas é importante criar uma rotina de leitura e um espaço de silêncio e calma no meio da agitação e da pressa.

3. Não fique muito tempo longe do livro que você decidiu ler

Os estudantes não precisam ler todo dia, se não quiserem. Uma rotina pode ser diária ou não. No entanto, quando um estudante se decide por começar a ler uma obra é importante que ele não fique espaços de tempo muito longos longe do livro, pois dessa forma, perde-se o “fio da meada”, como se diz, e a assimilação da história fica prejudicada. Quando nos decidimos a ler um romance, por exemplo, é importante termos uma certa constância na leitura.

Livros de contos e livros de poemas, por outro lado, podem pressupor outras orientações. Podemos terminar um conto, ler um romance no meio e depois lermos outro conto. Os livros de poemas, por exemplo, não precisam ser lidos em ordem linear.

4. Evite ler resumos antes de terminar a obra

Ler o resumo de um livro ao invés de ler a obra completa é uma perda muito grande. Fica claro aí o objetivo de apenas “decorar” algo para uma prova. Os resumos podem nos ajudar a refrescar a memória e, portanto, se forem utilizados devem ser lidos após a leitura integral da obra. Quando lemos resumos, estamos diante dos famosos spoilers, ficamos sabendo o que acontece antes de ler, o que estraga as surpresas e o possível prazer com a leitura.

5. Seja um leitor ativo

Caso o estudante esteja diante de uma obra que tenha elementos que, num primeiro momento, pareçam complexos, nada impede que ele pesquise para esclarecer a leitura. Dois exemplos: 1) Podemos estar diante de uma obra cujo contexto histórico é importante para o entendimento da narrativa. Então, nada impede, que o estudante use as facilidades da internet para se familiarizar com o contexto histórico. Depois, ele pode voltar ao livro e perceber que a leitura ficará bem mais acessível. Além disso, 2) às vezes temos obras nas quais o autor ou a autora gostam de brincar com a linguagem, ser criativos com a língua.

O grande barato da literatura é que não precisamos usar a linguagem cotidiana, tão objetiva, podemos subverter a língua. No entanto, esses exercícios criativos podem apresentar dificuldades para alguns leitores. Nada impede que os estudantes leiam algumas coisas sobre a obra para melhor entender o enredo do livro (evitando muitos spoilers). Depois, eles poderão voltar ao texto apreciando a linguagem. Tão logo o que era difícil no início, ficará fácil e prazeroso. Não tenhamos medo da criatividade nem dos diferentes usos da língua. literatura é a arte da subversão da palavra.

6. Risque os livros (se eles forem seus)

Os livros não precisam ser objetos estranhos, intocáveis, distantes. Ao ler, é importante que tenhamos em mãos um lápis e, talvez, post-its. Podemos sublinhar o livro, riscar, escrever coisas nas páginas. (Desde que eles sejam nossos, é claro!) Quem disse que não podemos riscar os nossos livros? Dessa forma, ficarão marcados os trechos mais importantes, os trechos que mais gostamos. Isso facilitará os processos da nossa memória. Caso o livro seja emprestado, poderá colocar post-its e depois anotar aqueles trechos.

7. Faça um diário de leitura

Pode ser muito interessante e estimulador fazer um diário de leitura. Os estudantes podem fazer pequenos ou grandes resumos das obras que leram e colocar nesse arquivo aqueles trechos que foram sublinhados.

8. Conheça a prova

Alguém que realizou uma boa leitura de todas ou, pelo menos, de quase todas as obras obrigatórias vai, com certeza, ter um bom desempenho. No entanto, é claro que é importante que o estudante conheça as provas anteriores para entender que tipo de questão a prova de vestibular que irá realizar está cobrando. Então, é importante ficar atento: a prova cobra mais enredo, cobra mais interpretação, cobra mais contexto histórico? A prova pede relações entre uma obra e outra? Assim, evitam-se as surpresas.

Publicado no Guia do Estudante


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Resenha do Livro - Pequenas Empresas, Grandes Realizações



Louis Barajas é a incorporação do sonho americano. Filho de imigrantes mexicanos, nasceu no bairro East Los Angeles e aos 13 anos começou suas atividades no mundo dos negócios preenchendo os impostos para a empresa de portões ornamentais de seu pai. Barajas tem um proposito na vida de ser um catalisador para ajudar as pessoas a alcançarem seus objetivos. Ele é palestrante, coaching e autor de diversos livros e artigos sobre o mundo das finanças.

Pequenas Empresas, Grandes Realizações é um guia para aqueles que buscam sucesso não só nas finanças, mas também na vida e na família, pois o que o autor apresenta é uma metodologia que estrutura todas as esferas que nos circulam, não focando apenas em negócios.

O livro começa com uma pergunta: Por que abrir uma empresa? Os motivos mais comuns são: Ganhar Dinheiro; Ter mais controle do próprio tempo; Vender um produto melhor ou entregar um serviço de maior qualidade. Depois que você responde essa pergunta é necessário construir uma estrutura para que seja possível alcançar esse objetivo. Para construção dessa estrutura o livro se divide em 2 partes, que facilitam o aprendizado e auxiliam no crescimento e desenvolvimento.

A primeira parte apresenta os 4 pilares da grandeza pessoal – Verdade; Responsabilidade; Conscientização e Coragem. Esses pilares são a base para a sua vida ser cada vez melhor. Mesmo não tendo como objetivo construir uma empresa, fortalecer esses pilares auxiliam a ser uma pessoa melhor para a comunidade, um melhor cônjuge, um melhor funcionário/chefe, alguém melhor no ambiente que está inserido.

A segunda parte destrincha os 5 passos para alcançar o sucesso na vida, nos negócios e na família.Para o autor esses ambientes estão interligados e ter sucesso em um e em outro não chega a ser prejudicial para a pessoa. Os 5 passos são:

Passo 1 – A planta da sua vida;
Passo 2 – Sua visão;
Passo 3 – A planta do seu negócio;
Passo 4 – Os sistemas do seu negócio;
Passo 5 – Sua equipe.

Ao final do livro, o autor concede orientações para a jornada a ser percorrida. Por ele já ter passado por esse caminho, aprendido bastante e ensinado muitos outros, Barajas tem bagagem para ajudar aqueles que querem completar a corrida e alcançar o sucesso tão sonhado. O livro também conta com 4 apêndices que acrescentam mais conhecimento ao leitor.

Esse foi um dos melhores livros que li sobre empreendedorismo, pois englobou muito mais do que cifras e planos de negócios. Tratou do capital mais importante que é o humano e mostrou uma estrutura sólida para alcançar sucesso em qualquer tipo de empreendimento que formos construir, desde uma empresa até uma família.

Leitura mais do que recomendada!!

Título: Pequenas empresas, grandes realizações
Autor: Louis Barajas
Editora: Thomas Nelson Brasil
Páginas: 253

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Resenha do Livro - Mais Linda em 40 Dias



A maioria das mulheres tem uma mania de vez ou outra se acharem feias, ou quando vão sair retiram toda a roupa do guarda-roupa e dizem: não tenho nada para vestir (quem nunca?)! Sim, praticamente todas nós queremos ser lindas, crianças, jovens e mulheres maduras. Parece fazer parte da natureza feminina esse querer apresentar-se bem. Não há nada de errado com isso.
A beleza é revelada no exterior, mas ela vem de dentro. Quem nunca se deparou com uma pessoa linda: corpo perfeito, cabelos brilhantes e pele rosada, mas... ao abrir a boca demonstra toda a sua feiura? Orgulho, falta de cortesia, grosserias são capazes de desfazer toda a beleza exterior. E há também aquelas pessoas que não tem nada de chamativo no exterior, mas são tão corteses, educadas e humildes que se tornam lindas! E é essa ideia de beleza completa que Nanda Bezerra quer transmitir em sua obra: um interior belo refletido no exterior.
Nanda Bezerra é escritora, blogueira, apresentadora de TV e palestrante. Neste livro ela propõe uma jornada de 40 dias para mulheres que querem se sentir mais belas. Em cada capítulo ela aborda aspectos físicos e comportamentais que compõe a beleza verdadeira. Com uma linguagem espontânea e descontraída ela fala de maneira inspiradora como se fosse uma amiga de longa data. Há espaços no livro para você interagir, escrevendo sobre si.
O que eu mais gostei nessa obra foi o enfoque cristão que ela propõe ao falar sobre o assunto. Ser bela não é apenas uma questão de usar roupas caras, fazer procedimentos cirúrgicos para se submeter a um padrão. Não precisamos nos submeter a esse fardo. E por outro lado não é porque acreditamos que o interior é importante que vamos nos vestir de forma ridícula e ultrapassada. Se você preocupar primeiro com o seu interior, terá equilíbrio suficiente para manter um exterior adequado, de maneira que você se sinta linda.
Esse livro é para o público feminino. Homens, as mulheres adoram receber livros, #ficaadica!

Título: Mais linda em 40 dias
Autora: Nanda Bezerra
Páginas: 238

Editora: Thomas Nelson Brasil
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Quem lê regularmente vive mais, diz estudo



Encontrar uma válvula de escape que ajude a esquecer os problemas por, pelo menos, algum tempo é imprescindível para a saúde mental e física. Um estudo, publicado no periódico “Social Science and Medicine”, mostrou que aquelas pessoas que leem regularmente — uma média de três horas por semana — para relaxar têm uma maior expectativa de vida. Segundo a pesquisa, o resultado parece ter relação com a melhoria cognitiva conquistada durante a leitura.

De acordo com os cientistas, ler um livro envolve processos cognitivos que promovem a inteligência emocional, a empatia e a percepção social, características que favorecem a longevidade. Foram mais de três mil participantes acompanhados por 12 anos.

— Manter-se vivo mentalmente, com atividades como a leitura, oferece estímulos cognitivos. Essa pessoa estará muito mais protegida de doenças degenerativas, como Alzheimer do que quem não faz esse tipo de exercício — explica o psiquiatra Kalil Duailibi, da Associação Paulista de Medicina.

Kalil Duailibi explica ainda que ler estimula diversas partes cerebrais ao mesmo tempo, já que a atividade possibilita “entrar” na história a partir da imaginação.

— Traz uma riqueza sináptica enorme, melhora nossa função neural ativando memórias, associando com vivências suas — afirma o psiquiatra.

Preservar o cérebro funcionando e protegido não é a única vantagem de embarcar em um bom livro. A partir da leitura, ganha-se vocabulário e repertório emocional para enfrentar novos desafios na vida profissional ou nas relações.

Para a psicoterapeuta Aline Vilhena Lisboa, apesar da correria dos dias atuais, preservar esse hábito é fundamental do ponto de vista emocional.

— Ler proporciona essa entrada no mundo da imaginação, que facilita a fantasia e diminui aquela tensão diante do mundo real. Se estou com um problema, esqueço dele no momento da leitura. Além disso, ao entrar naquela história, tira-se um sentido dali para sua vida. Por outro lado, têm sido uma prática muito fragmentada: exige concentração e foco, coisas que não estão sendo priorizadas — observa ela.

A leitura tem ainda outra característica: “devorar” um livro possibilita conversar sobre ele com outras pessoas. Esse diálogo, com amigos ou em clubes de leitura, favorece a socialização e o bem-estar.

Ana Paula Blower, no Extra
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Resumo do Mês - Junho/2017



Terminamos a primeira metade do ano. Como passou rápido esses primeiros seis meses. Muitas pessoas acabam desistindo dos sonhos e objetivos porque já está na metade do ano, mas devemos olhar como uma nova oportunidade de recomeçar. Se você desanimou durante os primeiros meses do ano, não desanime nessa segunda etapa, pois se você quiser, pode conseguir alcançar seus sonhos.

Durante o mês de junho tivemos algumas leituras concluídas. Recebemos fichas de livros de 3 leitores assíduos e aqui estão as frases marcantes destacadas por eles. Vamos mencionar também dois livros lidos que não está na lista, pois os leitores não conseguiram extrair uma frase específica, mas gostaram e recomendam a leitura. Os livros são: A abolição do homem (C. S. Lewis) e Romeu e Julieta (William Shakespeare). Os demais livros você confere na lista abaixo.

Confissões (Santo Agostinho, Nova Cultural)
“Deus é a bondade absoluta e o homem é o réprobo miserável condenado a danação eterna é só recuperável mediante a graça divina.”

Deus no banco dos réus (José Pereira, Scortecci)
“Nós seres humanos colocamos Deus no banco dos réus”

Em busca de esperança (Ellen G White, Casa Publicadora Brasileira)
“Iniciou no céu e será julgado no céu”

Guerra no Céu (Ariane M. Oliveira, Casa Publicadora Brasileira)
“O pecado veio de um ser santo criado por Deus, mas ele escolheu o lado errado.”

Músicos em ordem de batalha (Mons. Jonas Abib, Canção Nova)
“A música abre uma brecha no coração das pessoas e o poder de Deus entra e transforma. Por isso, os Ministérios de música não podem ser levados a reboque. O ministério de música é ponta de lança para penetrar os corações; para preparar o ambiente à ação do Espírito Santo; para povoar o lugar onde a música de Deus é cantada com a presença dos anjos.”

O impostor que vive em mim (Brimman Manning, Mundo Cristão)
“Há um impostor dentro de nós.”

O Jesus que nunca conheci (Philip Yancey, Vida)
“Jamais alguém que tenha encontrado Jesus permanece igual.”

Por um fio (Alla Czerkasij e Natalie Czerkasil Lewellen, Casa Publicadora Brasileira)
“Não sei quanto tempo me resta na Terra para continuar partilhando do Amor de Deus. Porém, eu O vi agindo em minha vida e guiando-me, bem como a vida de outras pessoas. Se eu tivesse que passar por tudo de novo, eu faria isso feliz, apenas para poder repartir com os conhecimentos do Deus grandioso a quem servimos.”

Segredos de Pai para Filho (Reinaldo Morais, Impetus)

“Nunca desista de algo antes de tenta-lo uma, duas, dez vezes. A vida é uma maratona, e não, uma corrida de velocidade. Por vezes vamos nos sentir fadigados, mas nunca podemos parar. Devemos avançar com confiança, buscando sempre conhecer a vontade do Senhor para nossas vidas.”
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Resenha do Livro - Como mentir com estatística



Este livro foi publicado pela primeira vez em 1954, mas o assunto é completamente atual. Darrell Huff, escritor e jornalista foi o pioneiro a utilizar ilustrações juntamente com uma linguagem simples para explicar e discutir diferente assuntos, dentre eles o polêmico mau uso da estatística. Huff escreveu diversos artigos do tipo “Como Fazer”, além de 6 livros. Como mentir com estatística é um clássico da década de 50 e foi recomendado por Bill Gates como uma leitura essencial.

A estatística pode ser um bicho de sete cabeças para muitos, porém o autor apresenta seus principais fundamentos de forma dócil para que qualquer um possa entender. As ilustrações originais da primeira publicação auxiliam ainda mais o leitor a entender e fixar todo o conhecimento adquirido nas páginas desta obra.

O livro apresenta uma cronologia fácil para o entendimento. Começa com a definição dos conceitos básicos da estatística, explana sobre a média e suas variações, auxilia na interpretação de dados e gráficos, apresenta a porcentagem e como ela pode significar nada em muitos casos e por fim, como usar a estatística de maneira correta.

Uma coisa muito interessante enquanto se lê o livro é que começamos a ver aquelas notícias sensacionalistas com outros olhos. Aquelas manchetes cheias de números e porcentagens e até mesmo dados que compartilhamos em discussões e rodas de amigos, podem muitas vezes estar nos enganado e nos levando a tomar decisões e acreditar em dados que não são reais, ou que na verdade, são manipulados.

O capítulo final nos ajuda a contestar uma estatística e para mim esse foi o melhor capítulo de todos. A autor nos mostra 5 perguntas básicas que podem nos auxiliar a contestar alguns dados, encontrar respostas e evitar de aprender um monte de coisas que não são verdadeiras. As perguntas são:

- Quem está dizendo?
- Como ele sabe?
- O que está faltando?
- Alguém mudou de assunto?
- Isso faz sentido?

Evitar o que é falso nesse mundo de informação na ponta do dedo é algo que devemos buscar por nosso próprio bem. O livro nos auxilia no assunto da estatística, e nos dá princípios para fazermos isso também nos outros assuntos que nos rodeiam, como educação, política, religião, entre outros.

Vale a pena a leitura desse clássico!

Título: Como mentir com estatística
Autor: Darrell Huff
Editora: Intrínseca
Páginas: 157

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CPB Books #06 - Livro Missionário



Nos últimos 10 anos, a Igreja Adventista mobiliza seus membros a participar do projeto Impacto Esperança, que conta com a distribuição de livros para a população. Um pouco mais sobre esse projeto você encontra aqui.

O livro deste ano teve como título “Em Busca de Esperança”. E para saber mais sobre este livro, confira o vídeo a seguir.


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