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Resenha do Livro - Um dia Inesquecível



Acabou o primeiro mês do ano. Janeiro já se foi e nos demostrou que esse ano de 2018 também tende a voar. E nessa viagem dos dias, nada melhor do que termos uma boa companhia diária. Você já tem a sua?

Uma indicação ótima para quem quer ler algo interessante todos os dias do ano é o livro Um dia Inesquecível, escrito por Alberto R. Timm, doutor em teologia, que atuou por vários anos como pastor e reitor universitário. Atualmente é diretor associado do Ellen White Estate.

O autor se propôs a levar os leitores em uma viagem no tempo para descobrir e relembrar alguns fatos históricos sempre tirando alguma lição para o nosso crescimento intelectual e espiritual. A cada dia lemos sobre um fato que ocorreu nesse mesmo dia no passado. Dentre os textos escritos, encontramos fatos históricos mundiais, do Brasil, da Igreja e de personagens marcantes.

Na leitura desses textos, o leitor tem a oportunidade de olhar para o passado e refletir nos acontecimentos do presente e assim poder ter condições de transformar o futuro. Todos nós temos condições de vivermos dias inesquecíveis, basta buscarmos.

Mais informações sobre este livro você encontra no site da CPB.

Para adquirir:
http://bit.ly/2nlZb7p - Livro impresso


Título: Um dia Inesquecível
Autor: Alberto R. Timm
Páginas: 375
Editora: Casa Publicadora Brasileira

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Resenha do Livro - A viagem de Heitor



François Lelord é psiquiatra e psicoterapeuta francês. Atualmente ele se afastou da clinica médica para escrever e conhecer melhor o mundo. É autor de diversos livros que foram traduzidos para muitos idiomas, alguns de seus livros foram traduzidos para o português.

A Viagem de Heitor é a viagem que muitos de nós gostaríamos de fazer, uma viagem para procurar a felicidade. O personagem Heitor é um psiquiatra assim como o autor, mas creio que deva ser apenas uma coincidência. Heitor ao longo de seus anos de trabalho começou a ficar insatisfeito de ver as pessoas infelizes e achar que não estava conseguindo ajudá-las a resolveu os seus problemas. E quanto mais ele se questionava, começa a ver que ele também não estava tão feliz assim, e por conta disso decidiu fazer uma viagem para tentar entender e aprender mais sobre a felicidade.

Durante essa viagem Heitor passa por alguns desafios, algumas surpresas, conhece várias pessoas, além de reencontrar grandes amigos. Em cada local e com cada pessoa ele consegue extrair algumas lições sobre a felicidade e sempre tomando nota em seu caderno.

É bem provável você conseguir se identificar com algum personagem da história, pois eles retratam pessoas normais em vidas bem normais. E algumas das situações vividas também tem uma grande proximidade com as que muitos de nós já vivemos ou presenciamos.

O autor faz uma reflexão muito interessante a respeito das lições de felicidades que carregamos para vida e assim conseguimos visualizar o que o Heitor aprendeu sobre a felicidade. Resumindo: muitas vezes está mais próximo do que a gente imagina.

A leitura do livro é agradável e muitas vezes nos sentimos companheiros de viagem de Heitor. Embarque você também nesse passeio e conheça as lições obtidas por Heitor.

Título: A Viagem de Heitor
Autor: François Lelord
Editora: Sá Editora
Páginas: 222

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Como ler mais livros em 2018



Ler é um hábito pouco comum entre a maioria dos brasileiros. Ainda que esse número tenha aumentado nos últimos anos, é menor que em muitos países. Mas mesmo contra as estatísticas é possível ler mais aderindo a alguns hábitos diários:

Criar meta de páginas diárias: O ideal é começar com poucas páginas toda manhã e depois se torna mais fácil manter o hábito. Cinco páginas por dia durante 365 dias do ano seria o mesmo que ler 1.825 páginas, o que equivale a vários livros. Este tempo de #leitura pode ser logo depois do café da manhã e não deve demorar mais que 10 minutos.

Esquematizar: Quando se planeja o dia, é preferível escolher o turno da manhã para fazer leitura, pois a mente está mais livre e descansada.
A melhor opção é inserir dentro do planejamento esse horário como se fosse um compromisso e assim fica tudo mais organizar e fácil de seguir.

Planeje a leitura depois do exercício: Nem todo mundo se exercita, mas mesmo um alongamento é benéfico e existem livros que comprovam que ler depois do exercício é muito bom, pois ativa os neurotransmissores do cérebro.

Torne o processo de ler agradável: Ler em lugares agradáveis. Isso vai do gosto de cada pessoa, como um café ou em um lugar que se sinta bem torna mais fácil em dias que a preguiça bater. Isso pode ser feito em casa também obviamente.

Elimine as distrações: Celulares e computadores são grandes distrações, assim como sons aleatórios ou pessoas que possam distrair do objetivo que é somente ler.

Antecipar os problemas antes que sejam uma barreira: Ter sempre os materiais e livros necessários para completar a leitura e outros itens que precisem ser arrumados no dia anterior, não escolher locais barulhentos ou com pessoas que queiram conversar, pois isso se tornará um problema ao longo do dia e não será possível tornar a tarefa concluída.

Externalizar o desejo de ler: Falar para as pessoas que está lendo certo livro faz com que se crie uma relação de importância e medo de fracassar frente as outras pessoas. Isso ajuda a criar mais responsabilidade e cumprir a tarefa.

Ler durante o caminho: Quando se está no ônibus ou metrô é possível ler muito e geralmente ajuda a ser menos entediante.

Audiobooks: São livros em áudio, na internet há milhares de opções e ainda pode ajudar se estiver aprendendo outro idioma, pois ouvir é uma parte muito importante do processo de aprendizagem.

Ler enquanto espera: Ler na fila de espera é muito fácil, quando se está sentado esperando ser chamado para uma consulta no médico, por exemplo.

Publicado no Blasting News
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Inscrição 2018



Olá queridos leitores, mais um novo ano se inicia e com ele novas resoluções, novos projetos, novos objetivos e novos livros para ler. Todo início de ano temos esse momento para planejar o que fazer nos próximos 365 dias e assim aproveitarmos mais todas as oportunidades que esse novo ciclo nos proporciona.

Porém algumas coisas não podem mudar e uma delas é nosso Projeto do Quem Lê Ganha Mais. O objetivo sempre foi de incentivar mais e mais a leitura e compartilhar os benefícios que temos através dos livros.

Compartilhe conosco suas leituras. Faça sua inscrição e a cada conclusão de livro, preencha a ficha de informações do livro.


Não se esqueça, “O conhecimento é o seu maior prêmio”
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Os cinco livros favoritos de Bill Gates em 2017

Lista do cofundador da Microsoft inclui graphic novel, biografia e ficção. Para Gates, ler é sua forma favorita de incentivar a curiosidade

Bill Gates é um dos homens mais ricos do mundo e é de se esperar que o cofundador da Microsoft tenha uma agenda cheia. Mesmo assim, o empresário afirma ter entre os seus hábitos manter em dia a leitura com uma média de 50 livros por ano. 

"Ler é a minha forma favorita de incentivar a minha curiosidade. Apesar de eu ter sorte de encontrar com muitas pessoas interessantes e visitar lugares fascinantes através do meu trabalho, eu ainda penso que livros são a melhor forma de explorar novos tópicos que te interessam", escreveu em seu blog, o Gates Notes. 

Mas como o filantropo consegue arrumar tempo e manter a disciplina de ler cerca de um livro por semana? "Eu não me permito começar um livro que eu não vá terminar", disse um Gates descontraído em entrevista ao Quartz veiculada recentemente. E, bem, se você estiver lendo um livro extenso, é melhor você se sentar por uma hora, ele indica. O próprio afirma dedicar, pelo menos, uma hora por dia ao hábito.

Em 2017, Gates continua a sua tradição de compartilhar a sua lista dos livros favoritos lidos neste ano. Mesmo sendo um entusiasta de livros não ficcionais sobre economia, ciência e tecnologia, ele destacou exemplares de gêneros que incluem um graphic novel, uma ficção e uma biografia.

A seguir, a lista de Gates deste ano, com observações que o mesmo faz em seu blog.

1. O Melhor que Podíamos Fazer, de Thi Bui

"Este belo graphic novel é um livro de memórias profundamente pessoal que explora o que significa ser pai e refugiado. A família da autora fugiu do Vietnã em 1978. Depois de dar à luz a seu próprio filho, ela decide aprender mais sobre as experiências de seus pais crescendo em um país despedaçado por ocupantes estrangeiros".

Você pode encontrar o livro aqui

2. Evicted: Poverty and Profit in the American City, de Matthew Desmond 

"Se você quer uma boa compreensão de como as questões que causam a pobreza estão entrelaçadas, você deve ler este livro sobre a crise de despejo em Milwaukee. Desmond escreveu um retrato brilhante dos americanos que vivem na pobreza. Ele me deu uma melhor ideia do que é ser pobre neste país do que qualquer outra coisa que eu tenha lido". 

O livro de Desmond não conta ainda com edição em português. A versão no idioma original pode ser encontrada no link

3. Believe Me: A Memoir of Love, Death, and Jazz Chickens, de Eddie Izzard 

"A história pessoal de Izzard é fascinante: ele sobreviveu a uma infância difícil e trabalhou incansavelmente para superar sua falta de talento natural e se tornar uma estrela internacional. Se você é um grande fã dele, como eu sou, você vai adorar este livro. Sua escrita é muito semelhante à sua voz no palco, e eu me encontrei rindo em voz alta várias vezes ao lê-lo". 

O livro publicado pela Editora Penguin em 2017 ainda não conta com tradução para o português. No idioma original, pode ser encontrado no site da Amazon

4. O Simpatizante, de Viet Thanh Nguyen

"A maioria dos livros que li e filmes que vi sobre a Guerra do Vietnã se concentraram na perspectiva americana. O romance premiado de Nguyen oferece uma visão muito necessária sobre o que era ser vietnamita e estar entre os dois lados. Apesar de ser obscuro, 'O simpatizante' é uma história emocionante sobre um agente duplo e as dificuldades em que ele se encontra."

O vencedor do Pulitzer de 2016 na categoria ficção pode ser encontrado para comprar no link.

5. Energy and Civilization: a History, de Vaclav Smil

"Smil é um dos meus autores favoritos, e esta é a obra-prima dele. Ele explica como a nossa necessidade por energia moldou a história humana - desde a era das usinas até a busca de energia renovável. Não é o livro mais fácil de ler, mas, ao final, você se sentirá mais inteligente e informado sobre como a inovação energética altera o curso das civilizações."

Publicado neste ano, a obra de Smil não conta ainda com versão traduzida. Em inglês, pode ser encontrada neste link.



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O brasileiro lê muito




A reflexão necessária é de que há uma espécie de preconceito aberto e declarado, como se chamar o povo de burro fosse regra, ou que as pessoas não compram livros nem leem aquilo que certa elite gostaria porque são ignorantes. Também há a hipótese de que a desinformação sobre o mercado do livro e os índices de leitura seja gigantesca, e que mesmo bons jornalistas e profissionais da comunicação têm dificuldade em encontrar dados que derrubem esse conceito, ou preconceito, sobre os índices de leitura.

População

Não podemos, porém, deixar de observar que para o tamanho do país e da população; se comparados a vizinhos como Argentina, nossa leitura per capta é de fato tímida.

E que a leitura poderia ser melhor, visto, por exemplo, a ausência de leitores com seus livros abertos em lugares públicos como em metrôs e ônibus. Mas, para isso, é bom não esquecer que nas universidades muito ainda se usa; infelizmente, as tais cópias “xerox”, como substituição ao livro, e que essas cópias não entram nos números, tampouco cálculos estatísticos; ou sequer passam nos olhos ávidos de quem procura um leitor de livro aberto numa estação de metrô.

Lemos mal

Em verdade, e aqui uma opinião mais do que honesta, é de que embora leiamos muito a realidade é de que lemos mal, e muito mal. O fato de encontrarmos livros infanto-juvenis adotados em escolas com erros de pontuação e histórias frouxas; ruins, é um comprovador.

Também é comum encontrar autor que se autopublica dizendo vender bem a cada nova tiragem ou novo título; e depois descobrirmos que seus leitores; e eles existem como se comprova na gráfica ou nas vendas pelo KDP da Amazon; não percebem como fracas são suas histórias e como confusos são seus pensamentos ou mesmo a organização do seu texto.

Livros

Há, também, nesse deserto do texto ruim, livros impressos fora do país mas vendidos a preços impressionantemente baixos, livros estes muitas vezes com histórias sofríveis e ilustrações deprimentes.

E ainda há os títulos traduzidos às pressas ou por maus tradutores; e aqui entra a literatura adulta de qualquer área; como outro sinal da má qualidade do que chega ao leitor; que, por sua vez toma aquilo como uma média do que pode ser escrito e do que deve ser lido. Em outras palavras, o referencial do que é bom em escrita e leitura, no Brasil, é um desespero de tão ruim.

Em outros artigos defendi e sigo defendendo a importância da escrita criativa e suas oficinas, pois; como referência, nos EUA pós-guerra; esse foi um dos instrumentos para não só movimentar o mercado norte-americano como por outro reforçar a educação fora das escolas.

Brasil

Enquanto isso, neste Brasil continental de história tão amiga à elites que preferem a escravidão à liberdade; talvez não devesse soar estranho afirmar que o povo brasileiro simplesmente não lê porque é ignorante.

Mas não sou da elite, sou do povo, do estudante da escola pública, e dos otimistas; pois gosto de pensar que apesar das elites e de nossa história de golpes e massacres, o povo ainda lê, e ainda quer ler mais e melhor. E, quem sabe, talvez aí esteja a tarefa dos editores; autores e agentes do mercado: superar o preconceito e fazer mais e melhor pelo leitor brasileiro.

Paulo Tedesco, é escritor, consultor e professor de produção escrita editorial. 


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Você conhece o papel da literatura no desenvolvimento infantil?



A literatura infantil é um caminho que leva a criança a desenvolver a imaginação, ampliar o vocabulário, trabalhar sentimentos de forma prazerosa e significativa e alfabetizar-se, nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Mas o contato com a literatura na infância permite, ainda, que a criança se coloque em diferentes papéis e aprenda, desde cedo, a apreciar a arte.

Para Andrea Bade Fecher, gestora do Bom Jesus Menino Jesus, em Petrópolis (RJ), é difícil, ou melhor, impossível dizer o papel da literatura no desenvolvimento infantil. “Podemos destacar alguns, como a função social: ler para se informar, ampliar o repertório, socializar o conhecimento, agregar valores etc. Em relação ao desenvolvimento, durante a leitura, são ativadas diversas áreas cerebrais ao mesmo tempo. À medida que lemos, ativamos nossas memórias e os campos: visuais, auditivos, da criatividade e, por vezes, até olfativos. Sem contar que não aprendemos apenas com as nossas experiências; aprendemos na interação com seres e objetos, o que torna a literatura uma grande fonte de aprendizado”, afirma.

A criança que tem o contato com a literatura estimulado amplia consideravelmente seu repertório na língua materna (ou outras línguas, caso já tenha contato com elas), e é capaz de relacionar, interpretar e fazer inferências com maior facilidade, melhora sua ortografia e expande seu potencial criativo.

Segundo Andrea, os pais podem estimular a leitura com o exemplo dentro de casa. “Crianças são atentas – não adianta os pais dizerem que a leitura é importante se o filho nunca os viu lendo. Há pesquisas em neurociência que mostram que todo novo hábito pode ser criado em 21 dias. Então vamos lá, faça o seu planejamento e mantenha com seu filho uma rotina de leitura”, incentiva a gestora, que entende que a escola tem papel fundamental nesse processo, pois é nela que o aluno terá contato com leitura de forma mais técnica. “No Bom Jesus, trabalhamos com títulos e autores diversificados, escolhidos com muito critério. Os alunos leem os livros do projeto de leitura, outros que têm relação com o tema do projeto desenvolvido pela turma, leem livros da ciranda de leitura feita em sala de aula e contam ainda com títulos, separados por faixa etária, nas bibliotecas das unidades de ensino. Já no 1º ano são estimulados a ler para a turma ou a dramatizar histórias lidas individualmente ou em grupo. Quando maiores, são estimulados a leituras mais densas, fazem trabalhos orais, expositivos e avaliações em que podem colocar suas descobertas acerca da leitura realizada”, explica.

Então, não se esqueça: na hora da leitura, nada de preconceito! Explore, com a criança, os diversos gêneros textuais, descubra seu campo de interesse, crie uma rotina agradável e divirta-se neste momento único entre pais e filhos!

Publicado no G1


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Clube de Leitura 2018 - CPB



Todos os anos a Casa Publicadora Brasileira seleciona e lança livros especiais para diferentes faixas etárias, os quais compõem a lista de títulos do Clube de Leitura da editora. Em 2018 teremos uma série de livros novos e dois deles voltados para a área de saúde.

Aqui você confere a lista completa e durante o ano de 2018 você vai poder acompanhar as resenhas que publicaremos aqui no Blog. Você também pode conferir a lista dos anos anteriores: 2017, 2016 e 2015   

Vamos aos títulos:



Crianças e Aventureiros
Meu primeiro livro de saúde – Julie McPherson

Este livro foi feito para que você aprenda a ser feliz e saudável enquanto é criança, para continuar sendo assim quando for adulto e até bem velhinho. Já pensou em como seria bom se sentir bem e jovem para sempre? Você pode! E este livro mostra como.







Adolescentes e Desbravadores
Quem foi esse Jovem? – Maria Isabel Mateo Lara

Conheça a história de jovens que viveram durante os tempos bíblicos e descubra suas forças e fraquezas em mais de 50 atividades.




Jovens
Ouse pedir mais – Melody Mason

Este não é apenas um livro sobre oração. É um testemunho pessoal e marcante do poder da oração na vida da autora e de pessoas que se entregaram completamente a Cristo. Por experiência própria, Melody Mason pode dizer que a oração é uma "chave que abre um novo mundo de vida e possibilidades infinitas".

Se em sua vida o poder da oração já foi sentido como sendo real, esse livro irá ajudar você a se fortalecer em sua jornada de fé. Mas se você ainda deseja encontrar o sentido de uma conversa com o Deus que é invisível, essa obra irá abrir seus olhos para uma nova realidade do mundo espiritual.

Deus é real e se comunica com você. não se limite apenas àquilo que está ao alcance de suas mãos. Os planos de Deus são sempre maiores. Por isso, tome hoje uma decisão: ouse pedir mais.


Universitários
Um milagre após o outro – Greg Budd

Pavel Goia já sabia aos cinco anos de idade que Deus o havia chamado para cumprir uma missão. No entanto, quando chegou à adolescência, desfrutar a vida com seus amigos era bem mais importante do que a religião de sua família. Além do mais, a Romênia comunista era hostil ao cristianismo.

Deus captou sua atenção em uma noite inesperada, e sua vida deu uma reviravolta. Pavel fez uma aliança com Deus, e sua dedicação a essa aliança foi testada quase imediatamente. Ele, porém, permaneceu fiel. Muitos milagres se sucederam em favor desse jovem rapaz que confiou cada aspecto de sua vida a Deus.

Qual foi o resultado dessa constante lealdade a Deus? Mil e oitocentos quilos de vidros suspensos no ar em uma caixa sem fundo; uma lei aprovada pelo presidente Ceausescu que obrigou uma universidade a permitir que Pavel continuasse seus estudos; e um morto ressuscitado, só para citar alguns.

Sim, Deus ainda realiza grandes milagres!


Livro do Ano
Conselhos sobre o Regime Alimentar – Ellen G. White

As afirmações enquadradas neste volume foram escritas, muitas delas, em uma época em que a ignorância prevalecia no setor dietético e quando a reforma alimentar era impopular. Tem sido uma satisfação testemunhar com o evoluir da marcha do estudo científico, a plena veracidade dos grandes princípios expostos nesta obra. Que os conselhos dados contribuam para a conservação de nosso mais rico tesouro: A saúde.

Publicado originalmente em 1938.



Inclua já esses livros em sua lista de leitura para o ano de 2018, pois Quem Lê Ganha Mais!

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Professor que usou Bíblia para dar aulas de história a presos recebe prêmio


Di Gianne percebeu a grande quantidade de Bíblias disponíveis dentro da escola do presídio e decidiu utilizar o livro mais comum do sistema prisional


O professor de história mineiro Di Gianne de Oliveira Nunes está entre os 10 vencedores do “Oscar da educação”. Di Gianne, que leciona há 10 anos, colocou em prática um novo método para prender a atenção de seus alunos da Educação de Jovens e Adultos e Ensino Médio (EJA) da Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac) em Lagoa da Prata, na Região Centro-Oeste de Minas Gerais: usou a Bíblia para ensinar história aos seus alunos. O prêmio, que reconhece professores de todo o país, foi criado há 19 anos e já reconheceu 211 educadores. Este ano, a Fundação Victor Civita recebeu 5.006 projetos inscritos e 10 foram vencedores da categoria Educadores Nota 10. Di Gianne é o único que representa o estado de Minas Gerais e recebeu o reconhecimento. Agora, concorre como Educador do Ano.

“Regime fechado, visão aberta”, esse foi o nome escolhido por Di Gianne Nunes para seu projeto. Professor de escola pública e privada, foi na Apac que surgiu a ideia de procurar por um método de estudo diferente. “Na unidade prisional, quando eu estava dando aula sobre império romano, um aluno me questionou se existia a possibilidade de estudar por meio da Bíblia. Foi então que percebi que a grande quantidade de Bíblias disponíveis dentro da escola do presídio. Agora, vou utilizar o livro mais comum do sistema prisional a nosso favor”, conta o professor. Ele demorou cerca de dois meses para se preparar para as aulas.

O primeiro desafio enfrentado pelo docente foi separar a fé do histórico. “O cenário da Bíblia é histórico e fértil. Mergulhamos em um trabalho intenso para estudar, analisando as tradições, as culturas e as sociedades dos romanos e dos gregos. Como no presídio os alunos não têm acesso à internet, usamos a Bíblia e os livros de história. Ora líamos um, ora outro e, depois, discutíamos se o fato era comprovado pela arquelogia”, conta. Os alunos aprenderam e se dedicaram: “Eles ficavam ansiosos para as aulas”, diz.
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As aulas ajudam, inclusive, em outras disciplinas, como literatura e atualidades, para entender os conflitos no Oriente Médio hoje. “Mudou o rendimento na sala de aula. Até na biologia, a lepra, por exemplo, muito citada na Bíblia. Ainda tem preconceito e isso vem desde a época. E tudo isso a gente vai refletindo, desconstruindo.” Além disso, a autoestima dos alunos aumentou e eles ficaram mais confiantes. “A mãe de aluno me ligou e disse, chorando: ‘Meu filho só tinha saído no jornal em páginas policial e, agora, todo mundo voltou a acreditar nele. De repente, ele era vencedor num projeto educacional em nível nacional”, lembra o professor.

Como ele ficou entre os 10 vencedores recebeu R$15 mil. Di Gianne resolveu devidir o valor entre os alunos da turma do EJA: “Nada mais justo. Eles são os protagonistas”, comentou. Agora, no fim de outubro, o professor vai à capital paulista junto com os outros docentes para concorrer ao título de Educador do Ano. Caso fique em primeiro lugar, receberá um vale presente de R$ 5 mil para a escola onde aplicou o trabalho e outro, em igual valor, de R$5 mil, para a escola onde aplicou o trabalho.

Larissa Ricci, no Correio Brasiliense


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